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Brasil

Após reunião, Petrobras adia home office de três dias de 7 de abril para 30 de maio

De acordo com o diretor da FUP, Paulo Neves, a Petrobras mostrou que está mais aberta para negociações


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Imagem ilustrativa da imagem Após reunião, Petrobras adia home office de três dias de 7 de abril para 30 de maio
Após reunião, Petrobras adia teletrabalho de três dias de 7 de abril para 30 de maip |  Foto: Arquivo / Agência Brasil

Em mais uma rodada de negociações entre empregados e a Petrobras sobre home office, a estatal decidiu prorrogar de 7 de abril para 30 de maio o início da exigência de três dias presenciais de trabalho, mas nada avançou nas outras questões trazidas pelos sindicatos da categoria, como o plano de cargos e salários e o equacionamento do Plano Petros, informou a Federação Única dos Petroleiros (FUP).

A reunião aconteceu após uma greve da categoria de 24 horas, no dia 26 de março, que, além do teletrabalho, protestou contra a redução da remuneração variável, a recomposição do quadro de pessoal e maior segurança no Sistema Petrobras. Também pedem um plano de cargos e salários justo, o fim dos equacionamentos da Petros e melhorias nas condições de segurança na fábrica de fertilizantes do Paraná (Fafen PR).

"Iniciamos a reunião esclarecendo que a greve abordou vários pontos que consideramos essenciais e que devem ser tratados de forma simultânea. Acreditamos que a mesa de hoje, sobre teletrabalho, é um passo positivo e esperamos que o calendário de reuniões para os demais temas seja definido em breve", disse em nota a diretora da FUP Cibele Vieira.

De acordo com o diretor da FUP, Paulo Neves, a Petrobras mostrou que está mais aberta para negociações. "A greve cumpriu seu papel ao evidenciar a necessidade de diálogo e flexibilização das propostas por parte da empresa", avaliou.

Rotina

Entre os temas discutidos na reunião de hoje, a FUP destacou questões que afetam diretamente a rotina dos trabalhadores, como as condições de teletrabalho para pais e mães de filhos na primeira infância, empregados residentes em localidades distantes dos locais de trabalho e aqueles transferidos compulsoriamente no governo anterior.

A FUP também expressou preocupação com a medida que impõe um período de 18 meses de trabalho 100% presencial para novos empregados, incluindo pessoas com deficiência (PCD). "Para a FUP, esta medida é excessivamente rígida e não considera as particularidades individuais de cada trabalhador, como a distância do local de trabalho e a situação familiar", explicou

Outro ponto criticado foi a obrigatoriedade de trabalho presencial às segundas ou sextas-feiras, uma exigência que, segundo a FUP, prejudica especialmente os trabalhadores transferidos ou que moram em outros municípios. A FUP propôs à Petrobras aumentar a flexibilidade dessa norma, sugerindo que o número de dias permitidos de flexibilidade fosse ampliado de 6 para 10 dias ao ano para esses trabalhadores.

A Federação também levantou preocupações sobre a política de teletrabalho para trabalhadores administrativos em áreas industriais, considerando as especificidades dessa função, que deve ser levada em conta nas novas diretrizes.

Além disso, a mudança no meio do semestre escolar, foi citada como um fator prejudicial para os trabalhadores que dependem do teletrabalho para conciliar suas responsabilidades profissionais e educacionais.

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