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A vez dos vira-latas e dos pets deficientes
AT em Família

A vez dos vira-latas e dos pets deficientes

Constantemente sob os holofotes, as celebridades podem ser aliadas no debate de questões relevantes e muitas têm se envolvido na causa animal. A pauta da adoção tem mobilizado famosos, que acolheram em suas famílias vira-latas e pets com necessidades especiais.

Tata Werneck e Rafa Vitti têm 16 pets adotados, incluindo um deficiente (Foto: Divulgação)
Tata Werneck e Rafa Vitti têm 16 pets adotados, incluindo um deficiente (Foto: Divulgação)
Na semana passada, a cantora Anitta ampliou a sua família, que já tem outros resgatados, com a chegada do Petruquio e do Norberto, que são idosos e deficientes. A funkeira se prepara ainda para receber um cão cadeirante em casa.

Além dela, Giovana Ewbank, Whindersson, Marcelo Adnet, Larissa Manoela e Lucas Lucco também são orgulhosos de seus companheiros vira-latas. O casal Tatá Werneck e Rafa Vitti tem 20 animais em casa, sendo 16 adotados.

Na vida real, os vira-latas também são queridinhos, mas os cães que têm alguma deficiência ou necessidade especial sempre encontram dificuldade para serem acolhidos por uma nova família.

Segundo a protetora de animais Crys Corrêa, conhecida como Crys Adote, houve aumento nas adoções durante a pandemia, mas pets com deficiência ainda sofrem com a resistência dos adotantes.

“Tivemos muitas adoções com qualidade, de pessoas que acompanho e vejo que os animais estão sendo muito bem cuidados.”

“Mas os que possuem necessidades especiais têm dificuldade para conseguir uma família. Os que não têm uma patinha ainda são adotados, mas no caso dos que precisam tomar remédio continuamente, as pessoas resistem em adotar por achar que vão precisar de maiores cuidados”.

A colaboradora da causa animal Thereza Rachel Mascarenhas pondera ainda que é importante trabalhar a conscientização. Os vira-latas também geram despesas médicas, assim como qualquer outro animal.

“A adoção é pelo bem-estar do pet. As pessoas querem adotar não por acharem que a matriz (fêmea usada para procriar) está em sofrimento, mas sim para não ter de investir em uma compra.”

Thereza reforça que os mais procurados são os cães de porte mini (até 5 kg), que são raros para adoção, e peludos, que exigem maiores cuidados com os pelos.

“Temos um grupo que está com mais de 400 animais para adoção. A maioria é de porte médio e grande. Em casa, o espaço que eles ocupam é o mesmo que um menor. O que muda é a dedicação de ter que levar para passear e socializar.”


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