Suspeito de gerenciar do tráfico e articular de ataques é preso em Vitória
Homem de 29 anos, apontado como liderança do tráfico e articulador de ataques do Primeiro Comando de Vitória, foi preso na Operação Intifada.
Um homem de 29 anos, apontado como integrante do Primeiro Comando de Vitória (PCV) e articulador de ataques à facções rivais, foi preso na manhã desta quinta-feira (5), no bairro Resistência, em Vitória.
O suspeito, identificado como Jadson Fernandes de Souza, conhecido como “MJ” ou “Menor Jadson”, foi preso em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. Segundo a polícia, ele não ofereceu resistência no momento da abordagem.
Suspeito é apontado como gerente do tráfico e articulador de ataques
De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontam Jadson como um dos responsáveis por gerenciar o tráfico de drogas na região e por articular ataques armados contra grupos rivais.
Após os procedimentos de praxe, o preso foi encaminhado ao Centro de Triagem, localizado no Complexo Penitenciário Rodrigo Figueiredo da Rosa, onde permanece à disposição da Justiça.
Operação Intifada já prendeu 29 suspeitos ligados ao PCV
Com a prisão desta quinta-feira, sobe para 29 o número de suspeitos presos no âmbito da Operação Intifada, deflagrada pela DHPP de Vitória no dia 14 de outubro. Na ocasião, a ação teve como alvo integrantes da facção criminosa Primeiro Comando de Vitória (PCV), especialmente o grupo com atuação na região da Grande São Pedro, apontado como responsável por organizar ataques em outros bairros da Capital.
As diligências realizadas no contexto da Operação Intifada permitiram identificar lideranças que, segundo a investigação, estariam fora do Espírito Santo e continuariam exercendo funções de comando na organização criminosa.
Investigações continuam para localizar demais alvos
Entre os alvos que permanecem foragidos, há investigados apontados como lideranças e responsáveis pela execução de ataques contra grupos rivais.
A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES) segue com as diligências para localizar os demais alvos, cumprir os mandados de prisão pendentes e aprofundar as investigações sobre a estrutura da organização criminosa e a participação dos envolvidos nos crimes apurados.
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