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Risco de enfrentamento às regras, diz Fecomércio

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Economia

Risco de enfrentamento às regras, diz Fecomércio


“É o fim da linha. Nos sentimos derrotados diante de tantos apelos feitos ao governo do Estado e não sermos compreendidos. Os empresários não aguentam mais abrir o comércio somente por três dias. Para evitar mais demissões e fechamento, pode haver enfrentamento às regras. Não temos como controlar”.

O desabafo foi feito na sexta-feira (16) pelo presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (Fecomércio-ES), José Lino Sepulcri, após pronunciamento do governador Renato Casagrande, que manteve a limitação de abertura do setor por três dias nas cidades de risco extremo.

“O temor da Fecomércio é que haja revolta total dos comerciantes, inclusive o enfrentamento aos órgãos de segurança, que mandam fechar. Eles podem fechar e reabrir em seguida. A Federação não tem condições psicológicas para evitar essa possível revolta”.

Ele também lamentou a decisão do governo de abrir as lojas na terça, fechar na quarta (feriado) e reabrir quinta e sexta-feira da próxima semana. “Não tem planejamento que aguente isso. Será uma lástima. A situação está fora do controle. Ninguém aguenta mais. Tem um mês que não trabalhamos, está todo mundo quebrado”.

Comércio: funcionamento na semana que vem será na terça, quinta e sexta-feira, nas cidades de risco extremo (Foto: Beto Morais/ AT/ 02/04/2021)Comércio: funcionamento na semana que vem será na terça, quinta e sexta-feira, nas cidades de risco extremo (Foto: Beto Morais/ AT/ 02/04/2021)

A estimativa é que mais de 5 mil estabelecimentos fecharam de forma permanente no Estado, deixando mais de 15 mil funcionários sem emprego durante a pandemia da Covid-19.

O presidente do Sindicato dos Restaurantes, Bares e Similares do Estado (Sindbares), Rodrigo Miguel Vervloet, diz que é a situação é muito preocupante.

“Mais uma semana que o setor está pressionado, sem poder funcionar e inexplicavelmente não estamos podendo fazer sequer o drive-thru e take away, que é a pessoa passar para comprar e buscar, como é feito nos supermercados, nas padarias. Isso traz um prejuízo muito forte, prejudica demais a tão abalada saúde financeira do setor”.

Ele lembra que o setor é um dos que mais sofreram restrições e está muito debilitado. “Estamos analisando junto ao jurídico sobre as possibilidades de busca de pelo menos o drive-thru e take away para preservar empresas e empregos”.

A estimativa é que dos 18 mil estabelecimentos do setor, cerca 10.800 não existem mais. Aproximadamente 25 mil perderam o emprego no Estado.

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