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Oxford começa a vacinar quem recebeu placebo
Cláudio Humberto
Cláudio Humberto

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Oxford começa a vacinar quem recebeu placebo

Os pesquisadores da vacina de Oxford/AstraZeneca vão fazer a “quebra do cego”, revelando a todos os voluntários do estudo quem recebeu o imunizante ou placebo.

De acordo com o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, a quebra do cego seria feita até 10 dias depois da vacina ser autorizada, o que ocorreu no domingo passado, e os voluntários foram contatados para agendar apresentação a partir da próxima segunda, quando saberão se já estão imunizados e o grupo de controle será vacinado.

Tempo é vida
Os contatos começaram no dia seguinte à autorização da Anvisa. “É o fim da dúvida e a garantia de estar imune”, disse um dos voluntários.

Tudo oficial
Ao receberem a ligação, os pesquisadores pediram aos voluntários que levassem consigo o cartão de vacinação para registro da imunização.

Placebo bom
Vale lembrar que o placebo do estudo é a vacina MenACWY. Protege de meningite e sepse causada por meningococo dos grupos A, C, W e Y.

Padrão internacional
O procedimento é padrão e similar ao adotado pelos pesquisadores da Pfizer/BionTech, que já começaram a vacinar quem recebeu placebo.

Carta de Bolsonaro a Biden contém erro de História
A elogiada carta de Jair Bolsonaro a Joe Biden contém um erro histórico: ao contrário do que diz o documento, foi a Argentina e não os Estados Unidos o primeiro país a reconhecer a independência do Brasil. Consultando o site do Ministério das Relações Exteriores, o diplomata que ajudou na carta encontraria a linha do tempo que atribui aos argentinos o gesto de 5 de agosto de 1823, onze meses após o “grito de independência” de D. Pedro I às margens plácidas do Rio Ipiranga.

Outra versão
Somente em maio de 1824 o presidente americano James Monroe receberia o embaixador brasileiro para oficializar o reconhecimento.

Mudança gradual
Estudo de 2017 do Centro de História e Documentação Diplomática da Fundação Alexandre de Gusmão, cravou: o primeiro foi a Argentina.

Papel passado
O argentino Valentin Gómez foi portador de carta ao chanceler brasileiro do seu líder Bernardino Rivadavia, reconhecendo nossa independência.

Mentiras ignoradas
As notícias sobre “problemas” com a China e a Índia eram fake news. Ambas foram desfeitas por declarações do governo chinês e do dono da Sinovac e pela liberação das vacinas indianas. Mas as mentiras serão outra vez ignoradas pelas “agências de checagem”. Eles se protegem.

Derrota imprevista
O STF fez história com a recusa do ministro Ricardo Lewandowski, ontem, de afastar o ministro Eduardo Pazzuelo (Saúde). A liminar era do partido Rede, aquele que curiosamente ganha (quase) todas no tribunal.

Abuso no poder
O deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) conta que Rodrigo Maia criou muitas dificuldades para que a maioria da bancada do PSL exercesse o direito de apoiar Arthur Lira para a presidência da Casa.

Labirinto pernambucano
Amigos atribuem o acanhado desempenho de João Campos ao fato de a prefeitura do Recife estar “quebrada”. Geraldo Julio, o ex, não parece preocupado: mal deixou a prefeitura, ganhou uma secretaria estadual.

Variante Boris
O primeiro-ministro mala do Reino Unido, Boris Johnson, apontou o dedo para uma suposta “variante brasileira” para desviar o foco da sua própria variante, que segundo a OMS, já foi identificada em dezenas de países.

Turma do atraso
O esforço de sindicalistas em prolongar a folga decorrente do isolamento vai gerar sequelas duradouras na sociedade. Segundo pesquisa da FGV, na educação o retrocesso no aprendizado será de até quatro anos.

Maioria não confia
Pesquisa Axios revela que, pela primeira vez na História, mais de 50% da população dos EUA acreditam que jornalistas e a imprensa tradicional “propositalmente enganam” ou “servem a algum tipo de ideologia”.

Pensando bem...
... a lorota sobre “problemas com China e Índia”, tão repetida por Rodrigo Maia e João Doria, faz lembrar que fake news é apenas o novo nome da velha mentira de políticos.

Parceria notória
O slogan do deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) na disputa pela presidência da Câmara prevê “+ independência”. Adversários ironizam dizendo que “essa parte ele precisa combinar com o STF e o Rede”.

Poder sem pudor

Liberação rápida de verba
Nilo Coelho era governador de Pernambuco e era grave a crise na Casa de Detenção, sem dinheiro nem para alimentar os presos. Ligou para Joel Hollanda, responsável pela liberação da verba, que tentou argumentar: “O senhor sabe, governador, a situação do Estado é difícil...” Inconformado, Coelho perguntou com autoridade: ”Qual é o endereço da sua casa?” Joel Hollanda informou, sem saber direito o porquê do pedido, até ouvir: “Então, se prepare porque amanhã 800 presos vão almoçar lá!” E desligou. No dia seguinte, a verba estava liberada.
Colaboram: André Brito, Jorge Macedo e Tiago Vasconcelos
 

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