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Casagrande e outros 17 governadores visitarão empresa que vende vacina russa em Brasília

| 01/03/2021 07:58 h | Atualizado em 01/03/2021, 08:12

Dezoito governadores visitarão a sede da União Química, em Brasília, nesta terça-feira (2). A empresa é a representante no Brasil da vacina russa Sputinik V. As informações são do colunista Josias de Souza, do Uol.

Após serem criticados pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pela adoção de medidas restritivas neste momento da pandemia, os chefes do Executivo dos estados organizam uma compra conjunta de vacinas contra a Covid-19.

Os governadores também esperam que aconteça nesta terça-feira a reunião com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que vem sendo articulada desde a semana passada.

De acordo com Renato Casagrande, os 27 estados estão comprometidos com o movimento.

“Não haverá formalização de um consórcio. Nossa ideia é comprar cotas proporcionais à população de cada estado. Nenhum estado comprará mais do que o equivalente ao percentual de sua população. Sempre que comprarmos, haverá uma distribuição equitativa de doses. E cada estado pagará sua cota, fazendo um contrato com o laboratório", disse o governador do Espírito Santo à coluna.

Casagrande criticou o comportamento de Bolsonaro no pior momento vivido pelo país em um ano de pandemia. “Hoje temos 20 estados com dificuldades de atender às pessoas que precisam de UTI. E o presidente, na semana do pior momento da pandemia, dá uma declaração menosprezando as máscaras. Não é fácil. Por isso iremos a Brasília. Já fizemos uma reunião com o Rodrigo Pacheco. Estamos pedindo para que seja nesta terça-feira a reunião com o Arthur Lira”.

Ao falar sobre a guerra contra a Covid-19, Casagrande fez alusão aos ataques atômicos de Hiroshima e Nagasaki, no Japão.

“Perdemos a guerra. Se tivéssemos fechado contratos para a aquisição de vacinas antecipadamente poderíamos ter muito mais doses. Perdemos a guerra porque estamos assistindo à morte de 1.200 pessoas, 1.400 brasileiros por dia. É como se tivesse caído uma bomba atômica no Brasil. Temos mais de 250 mil mortos. É muita gente”, lamentou.

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