Alunos criativos, autônomos e capazes de tomar decisões
Proposta educacional integra formação sólida com oportunidades de experimentar, criar, participar e assumir responsabilidades.
Ensinar Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza e garantir a absorção dos conteúdos previstos no currículo são missões essenciais da escola. Mas o processo de ensino-aprendizagem vai além: aprender, de fato, é ter condições de correlacionar conhecimentos, pensar criticamente, colocar teoria em prática, ser criativo, autônomo e capaz de tomar decisões.
Para que essa aprendizagem aconteça, é preciso considerar a história de cada aluno, seus interesses, potencialidades, dificuldades e talentos, além da maneira particular como cada um se relaciona com o conhecimento e com o mundo. É a partir desse olhar que a Escola Monteiro desenvolve uma proposta de formação que combina excelência acadêmica com oportunidades para experimentar, criar, participar, fazer escolhas e assumir responsabilidades.
Entender o aluno como indivíduo
A ideia é entender o estudante como indivíduo e estar envolvido com seu desenvolvimento ao longo de toda a trajetória escolar. De acordo com Eduardo Costa Gomes, diretor geral da Escola Monteiro:
"Uma escola precisa garantir uma formação acadêmica sólida, mas nosso compromisso não termina aí. Quando falamos em formação integral, estamos falando de conhecer esse aluno, entender seus interesses e potencialidades e criar oportunidades para que ele desenvolva autonomia, pensamento crítico, criatividade e capacidade de se relacionar. Isso não acontece em uma atividade isolada. É uma construção que acompanha toda a trajetória escolar e que vai repercutir positivamente na formação ampla do indivíduo, nos âmbitos pessoal e profissional"
Projetos que transformam espectadores em agentes
Na prática, essa forma de fazer educação aparece em projetos interdisciplinares, atividades artísticas e esportivas, tecnologia, estudos do meio e iniciativas que estimulam o protagonismo dos estudantes. São diferentes caminhos para transformar o aluno de espectador a agente do processo de ensino-aprendizagem.
A escuta e a proximidade com a família também fazem parte desse percurso. Portas abertas, representantes de turma, assembleias e outros fóruns de interação permitem uma gestão próxima e participativa, onde há espaço para diálogo e parceria. "É um movimento que é parte da nossa essência enquanto instituição de ensino. Estamos próximos, trabalhamos juntos e conhecemos nossos alunos", ressalta Eduardo.
Aprendizado com foco em habilidades e competências
Como medir a capacidade de defender uma ideia, trabalhar em equipe, criar uma solução para um problema, ouvir o outro ou assumir uma responsabilidade? Nem tudo o que uma criança ou adolescente aprende ao longo da vida escolar pode ser traduzido em uma nota.
Na Monteiro, diferentes experiências buscam abrir espaço justamente para essas aprendizagens. Afinal, de acordo com o Fórum Econômico Mundial, são essas as habilidades mais valorizadas no mundo do trabalho dos nossos tempos.
"Atributos como liderança, criatividade, pensamento crítico e analítico, escuta ativa, curiosidade e disponibilidade ao aprendizado contínuo são, no século XXI, tão cruciais quanto o conhecimento técnico. Por isso, é fundamental pensar na formação integral do aluno"
O que dizem os alunos
Marina Hassel Cordeiro de Mello: "A gente aprende de verdade e entende que estudar é um processo natural e importante. Criamos, convivemos e temos na escola outra família".
Miguel Bernardes Frizera: "Não tenho vergonha de perguntar, errar e participar das aulas porque, na Monteiro, me sinto acolhido".
Luiz Eduardo Olindino: "Temos um espaço só nosso e uma relação de proximidade com os professores, o que faz uma grande diferença".
Cecília Guzzo Rodrigues: "A gente sente que está aprendendo para ir para uma boa faculdade, mas também para a vida".
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