Login

Esqueci minha senha

Não tem conta? Acesse e saiba como!

Atualize seus dados

ASSINE
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Pernambuco
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
ASSINE
tempo 26°C VITÓRIA
User Login
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo
Assine A Tribuna
Espírito Santo
arrow-icon
  • gps-icon Pernambuco
  • gps-icon Espírito Santo

PLENÁRIO

Disputa por alianças entre Pazolini e Ricardo ao Palácio Anchieta esquenta

Cada um dos candidatos vai precisar conquistar o máximo de apoio possível até dia 25 deste mês

Eduardo Maia | | Atualizado em
PLENÁRIO

Eduardo Maia


          Imagem ilustrativa da imagem Disputa por alianças entre Pazolini e Ricardo ao Palácio Anchieta esquenta
Palácio Anchieta é o objetivo de Lorenzo Pazolini e Ricardo Ferraço |  Foto: Ademir Ribeiro/ Acervo AT

Os candidatos ao governo Lorenzo Pazolini (Rep) e Ricardo Ferraço (MDB) se movimentam em busca de apoio para o segundo turno, marcado para o dia 25.

Clique aqui e receba em primeira mão as notícias da Coluna Plenário

Embora uma possível aproximação da federação União Progressista — coligada a Ricardo e responsável pela indicação do vice, Camillo Neves (PP) — com Pazolini já circulasse nos bastidores, um café da manhã ontem entre o candidato, Erick Musso, Da Vitória (PP) e Marcelo Santos (União) surpreendeu o mercado político.

A foto publicada por Pazolini indica aproximação. Ainda não há qualquer comunicado oficial, mas a coluna apurou com lideranças dos dois partidos que Da Vitória e Marcelo estariam fora do projeto de reeleição de Ricardo.

Conforme publicado neste espaço algumas vezes, tanto Marcelo Santos quanto Da Vitória têm dito aos aliados que tiveram suas campanhas enfraquecidas nos últimos meses por membros da própria coligação, e por isso o distanciamento.

Como fica agora?

A federação União-Progressista está na coligação de Ricardo. Indicou o vereador de Vitória Camillo Neves (PP) para o posto de vice. Em outras palavras, não é possível desfazer o grupo.

O que a coluna colheu é que, em determinado momento, os líderes dos partidos podem “liberar” filiados para apoiar Lorenzo Pazolini ou seguir com Ricardo.

Ontem, já foi possível ver nomes voltando a se comprometer com Ricardo e quem decidiu abraçar a campanha de Pazolini.

Críticas da base

Embora Da Vitória e Marcelo afirmem, entre aliados, que suas campanhas foram fragilizadas por membros do governo, o Palácio não esperava que acontecesse uma possível “debandada”.

Após circular a foto com Pazolini e Erick — cabe destacar que o pedido para a conversa veio da dupla republicana —, as críticas dentro do grupo de aliados de Ricardo foram muitas, apontando os espaços que ambos os partidos sempre tiveram no governo Renato-Ricardo.

Outro problema...

Já na noite de ontem, uma nota foi divulgada pelo Podemos nacional, apontando que o partido vai caminhar com Pazolini no 2º turno das eleições deste ano. A informação foi publicada em primeira mão por Plenário.

O Podemos, como se sabe, faz parte da coligação de Ricardo. Até dias atrás, o prefeito de Viana, Wanderson Bueno, do Podemos, era coordenador de campanha de Ricardo. 

Embora o movimento pareça ter sido feito "de cima para baixo", o deputado federal e presidente estadual da legenda, Gilson Daniel, ainda não se manifestou.

Veja a nota partidária, assinada pelo diretório nacional.

"O Podemos comunica que, após diálogo entre a presidente nacional do partido, deputada federal Renata Abreu, e o presidente nacional do Republicanos, deputado federal Marcos Pereira, ficou definido, na tarde desta sexta-feira (9), o apoio do Podemos à candidatura de Lorenzo Pazolini (Republicanos) ao Governo do Espírito Santo no segundo turno das eleições de 2026.

Para Ricardo, positivo!

No mesmo dia da aproximação entre a federação UPB e o grupo de Pazolini e do anúncio de apoio nacional do Podemos ao republicano, o PT do Espírito Santo decidiu se posicionar sobre o cenário local.

Deixando claro que a prioridade da militância capixaba é a reeleição do presidente Lula, orientou aos eleitores que não votem para governador nos “aliados do candidato Flávio Bolsonaro”.

Em outras palavras, acaba sendo um manifesto contra Pazolini, apoiado pelo filho de Jair Bolsonaro.

Ajuda indireta para Ricardo.

Expectativa existe...

A coluna apurou que o senador eleito e interlocutor de Ricardo, Renato Casagrande, chegou a se encontrar com Helder Salomão (PT) nesta semana.

Embora a manifestação do PT seja, na prática, pela neutralidade, há a expectativa de que, nos bastidores, os candidatos do partido, tendo sido eleitos ou não, de alguma forma, tentem fazer a militância, que já vai precisar ir às urnas votar em Lula no dia 25, que também vote em Ricardo Ferraço.

Ordem das entrevistas na TV Tribuna/Band

Os candidatos ao governo do Estado Lorenzo Pazolini (Rep) e Ricardo Ferraço (MDB), conforme publicado ontem por A Tribuna, serão sabatinados nos estúdios da Rede Tribuna nos próximos dias 20 e 21, respectivamente.

A ordem das entrevistas foi definida por sorteio. As duas sabatinas acontecem às 12h20, com transmissão durante o TN1 e pela rádio Legal FM.

As entrevistas serão as oportunidades finais de o eleitor capixaba decidir seu voto.

A eleição para o segundo turno acontece no dia 25.

Não saiu de campo

Assim como no primeiro turno, o prefeito da Serra, Weverson Meireles (PDT), já está nas ruas para pedir votos a Ricardo.

Junto de Casagrande (PSB) e Serginho Vidigal (Pode), já tem circulado os municípios da Serra.

Pergunta é se o ex-prefeito Sergio Vidigal (PDT) também vai intensificar esses movimentos.

Também de olho na Serra

Quem também circulou por bairros serranos foi Lorenzo Pazolini, que liderou em votação na cidade no primeiro turno.

Por lá, não anda separado do deputado estadual reeleito Pablo Muribeca (Rep).

Aposta deu certo

O prefeito de Linhares, Lucas Scaramussa (Pode), “conseguiu” eleger seu vice, Franco Fiorot (Pode), como deputado estadual. Foi a maior vitória da administração, que também não viu nenhum nome de oposição da região chegar à Assembleia.

Franco teve, ao total, 35.019 votos, sendo o nono mais votado, ficando à frente de diversos nomes que se reelegeram.

Falando nisso...

A pergunta volta a circular, após reunião da federação UPB com Pazolini: como ficarão Gilson Daniel e o Podemos?

SUGERIMOS PARA VOCÊ:

PLENÁRIO

Plenário, por Eduardo Maia

ACESSAR Mais sobre o autor
PLENÁRIO

Plenário,por Eduardo Maia

PLENÁRIO

Eduardo Maia

PÁGINA DO AUTOR

Plenário

Há mais de 55 anos, a tradicional coluna Plenário acompanha de perto os bastidores da política capixaba nas páginas de A Tribuna. Também presente no Tribuna Online, o espaço traz diariamente notícias, análises e informações exclusivas sobre os poderes Legislativo, Executivo e Judiciário. Com olhar atento, revela as costuras políticas que movimentam os quatro cantos do Espírito Santo.