Canoa havaiana consagra campeões em competição na capital
Competição de canoa havaiana reuniu 150 atletas e 25 grupos na Curva da Jurema, em Vitória, com disputas nas categorias A e B
A Curva da Jurema, em Vitória, foi palco do VA’A Team Challenge, competição de canoa havaiana que reuniu 25 equipes e 150 atletas no final de semana. Organizado pela Track&Field Vitória, o evento consagrou representantes do Trip Canoa e do Vitória VA’A Clube nos pódios das categorias A e B.
Na Categoria A, o título ficou com o time do Clube Trip Canoa, composto por Barbara Uneida, Mariana Barcellos, Matheus Loureiro, Rafael Moura e Sandra Schmidt, sob a liderança do capitão Breno Barboza. Na Categoria B, a primeira colocação foi conquistada por Álvaro de Vargas, Luiz Eduardo Neves, Manuela Leão, Rubens Rangel e Tereza Nascimento, com Flávia Salim como capitã.
Matheus Loureiro, campeão da Categoria A, ressaltou que largar bem foi essencial para assumir a dianteira e administrar a vantagem. “Em uma prova de curta distância, a largada é fundamental para conquistar espaço e ter um percurso mais livre. Conseguimos sair bem, assumir a liderança e manter uma evolução constante ao longo da disputa, aumentando o ritmo a cada quilômetro até confirmar a vitória”, afirmou.
Com saída na Curva da Jurema, o trajeto percorreu trechos do litoral de Vitória, passando pela Ilha do Frade e pela Ilha dos Cachorros. A disputa seguiu as regras da modalidade OC6 210+, com seis integrantes por equipe, sendo três homens e três mulheres, e idade somada de pelo menos 210 anos.
Carlos Aires, fundador do VA’A Clube, primeiro clube de canoa havaiana do Espírito Santo, destacou a importância do trabalho coletivo para o desempenho das equipes. “Na canoa, o que vale é o somatório dos seis remadores. Todo mundo precisa fazer uma força parecida e remar junto. Vimos esse nível de técnica na competição hoje”.
O torneio também representou uma estreia marcante para Dirley Forville, integrante da equipe do Vitória VA’A Clube, terceira colocada na Categoria B. Mesmo acostumada a acreditar que teria melhor rendimento em percursos longos, ela celebrou o pódio na prova de curta distância.
“Foi um pódio com gostinho de superação. Eu sempre achei que tinha um desempenho melhor em longas distâncias, então participar de um evento de curta duração foi um misto de emoção e superação. É acreditar no seu processo e em você sempre”, contou Dirley.
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