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Vivam as diferenças!
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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Vivam as diferenças!

Em abril deste ano, em palestra por videoconferência organizada pela Associação Uruguaia de Treinadores de Futebol (Audef), o venezuelano César Farias, técnico da seleção boliviana, elogiado pelo quarto lugar dos venezuelanos na Copa América de 2011, escolheu como tema “A adversidade como impulso”. Dividiu a apresentação em “estrutura, metodologia e tática”, mas o forte do discurso foram as palavras motivacionais.

Principalmente quando falou do trabalho em seleções e clubes que houvera dirigido, sempre procurando estreitar as diferenças para as escolas mais vitoriosas, como Argentina, Brasil, Paraguai e Colômbia.

“Tentamos mudar essa mentalidade linear das desculpas de sempre, e corrigir a mentalidade proativa e de desenvolvimento. E assim, com base nessas premissas, acabar com a ideia de que somos 'os coitadinhos'”, bradou o treinador.

Individualmente, apesar de já haver bolivianos e venezuelanos espalhados pelos grandes centros, ainda é grande a diferença que separa as seleções da Bolívia e da Venezuela das mais tradicionais, como Brasil e Argentina, por exemplo.

Daí o fato de os comandados de Tite liderarem o grupo das Eliminatórias da Copa com nove pontos, e os argentinos dirigidos por Lionel Scaloni virem em segundo lugar, com sete.

Por isso me preocupa a dificuldade apresentada pela Seleção Brasileira na vitória apertada de sexta-feira, sobre a Venezuela, por 1 a 0. Tudo bem que foi apenas a terceira vez que o técnico se reúne com os comandados neste ano de pandemia. E que a ausência da dupla Neymar e Phillipe Coutinho interfere no que agora se chama de “automação do sistema” – muito conhecido como entrosamento. Mesmo assim, é preocupante...

Os confrontos contra os três últimos colocados no grupo indicam que o Brasil enfrentou os trabalhos mais fracos do continente. Mas foi justamente no enfrentamento a uma seleção dirigida por um técnico europeu que os brasileiros tiveram mais dificuldades para chegar ao gol. A linha defensiva armada pelo português José Peseiro com cinco homens, às vezes seis, tem semelhanças com o modelo europeu que costuma atormentar o time de Tite.

E apesar de o técnico dispor de atacantes de excelência no cenário mundial a produção ofensiva diante de defesas fechadas ainda depende da inventividade dos jogadores. E algo acontece neste trabalho que os talentos brasileiros, a exceção de Neymar, não estão conseguindo fazer a diferença...

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