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Vitória vai ter 1º prédio com paredes de isopor do País

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Vitória vai ter 1º prédio com paredes de isopor do País


Prédio (à direita) em obra com isopor (acima) que, após montagem, é “recheado” com concreto: isolamento acústico e térmico (Foto: Assessoria Expo Construções)
Prédio (à direita) em obra com isopor (acima) que, após montagem, é “recheado” com concreto: isolamento acústico e térmico (Foto: Assessoria Expo Construções)

Uma tecnologia canadense, que utiliza no processo construtivo o poliestireno expandido (EPS), popularmente conhecido como isopor, já está sendo aplicada na construção civil capixaba.

Na Praia do Canto, em Vitória, está em fase de finalização das obras o primeiro prédio do País edificado somente com paredes do material. O empreendimento, de seis pavimentos, começou a ser erguido em outubro do ano passado.

A detentora da patente da tecnologia é a empresa ARXX, do Canadá, e sua única fabricante no Brasil é a empresa capixaba Thermopor, de Viana. O material foi apresentado ontem, durante a abertura do Expo Construções 2018, evento que acontece até amanhã, no Pavilhão de Carapina, na Serra.

A moderna forma de construir, popular na América do Norte e na Europa, consiste em formas de isopor, de 6,5 cm de espessura cada, e estrutura interna de aço. Após serem montadas, como peças de um quebra-cabeça, elas são “recheadas” com concreto.

As vantagens são diversas. Segundo o gerente industrial da Thermopor, Marildo Silva, como o isopor é um material termoacústico, há diminuição dos ruídos e economia de 80% do consumo de ar-condicionado.

Além disso, por ser de fácil montagem, a tecnologia permite a redução de até 60% dos custos com mão de obra e prazo de entrega até três vezes mais rápido que o modo tradicional de construção civil.

“É uma montagem rápida, de encaixe e fácil instalação das partes hidráulica e elétrica. Um dia de treinamento é mais do que suficiente para os operários aprenderem tudo”, destacou Marildo.

Confiante de que o EPS vai disseminar pelo setor de construção do País, ele ressalta que o produto possui preço competitivo e atende a todas as classes sociais.

“É um momento certo, porque estamos vivendo uma fase de crise na construção civil. Então, todo mundo está procurando reduzir custos e aumentar a rapidez na entrega das obras. Essa tecnologia não ficará restrita ao Espírito Santo, vai evoluir para todo o Brasil”.

Marildo completou: “Já temos algumas pequenas obras em São Paulo. Agora teremos o primeiro prédio do Brasil, em Vitória. A tendência é disseminar”.

A diferença do isopor usado na construção para o utilizado em caixa térmicas, por exemplo, é que o primeiro tem ação retardante de chamas. Ou seja, não propaga fogo.


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