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Vigilante diz não a proposta de namoro e leva dois tiros em Vitória

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Vigilante diz não a proposta de namoro e leva dois tiros em Vitória


Uma vigilante, de 26 anos, foi baleada com dois tiros, após recusar a ter um relacionamento amoroso com o auxiliar de serviços gerais João Batista Dias Carneiro, de 52, que é vizinho dela.
Os dois discutiram na noite de sexta-feira e João foi preso pela Força Nacional de Segurança (FNS), que fazia patrulhamento.

De acordo com investigadores do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime ocorreu às 20 horas, na rua Monte Calvário, em Vila Palestina, Cariacica.

Um motorista, de 38 anos, que é vizinho dos dois, afirmou que possui uma pistola de calibre 380 guardada em casa.

Ele tem registro e posse de arma. O motorista disse que a briga entre a vítima e o suspeito começou há dois dias, quando João tentou ter um relacionamento com a vigilante. As investidas foram negadas e o motorista destacou que o suspeito chegou a invadir a casa da jovem.

Na noite de sexta-feira, o motorista revelou que estava conversando sobre profissões com a vigilante no quintal. “Eu falei que já tinha trabalhado como segurança e ela também. Então eu disse que tinha a pistola em casa e ela me pediu para ver. Eu senti confiança nela. Entreguei para ela e me virei por um minuto para lavar as mãos”, disse o motorista, que não se identificou.

Foi quando, de acordo com ele, o suspeito chegou e viu a arma com a vigilante. O motorista destacou que não sabia que a arma estava municiada e que, até então, não sabia da briga que a vítima e o auxiliar tiveram durante a semana.

Ele também frisou que, em nenhum momento, a vigilante apontou a arma para o suspeito. Porém, quando o auxiliar viu a vítima segurando a pistola, partiu para cima dela e os dois entraram em luta corporal. João conseguiu tomar a arma da vítima e atirou três vezes.

A vigilante foi atingida com um tiro no braço e outro na perna. Moradores do local não deixaram João fugir e acionaram a Força Nacional. Tanto o auxiliar quanto o motorista foram levados para a 4ª Delegacia Regional de Cariacica.

O motorista foi autuado por porte ilegal de arma, pagou uma fiança de R$ 1 mil e foi liberado. João foi autuado por tentativa de homicídio e levado ao presídio.

O outro lado: Acusado diz que disparos foram acidentais

O auxiliar de serviços gerais João Batista Dias Carneiro, 52, suspeito de ter atirado em uma vigilante, após ela recusar ter um romance com ele, afirmou, na delegacia, que a briga com a vítima foi durante a semana, por conta dela estar usado o seu gás de cozinha.

Ele destacou que chegou em casa e viu o motorista e a vigilante tomando uma cerveja e relatou para os dois que iria dormir e que a vítima teria apontado a arma.

O suspeito disse que teria dado um tapa na arma e tentou tirar a pistola das mãos da vítima. Segundo o suspeito, a arma disparou acidentalmente e ele não teve a intenção de atingir ninguém.

No entanto, a vítima contou aos policiais que a pistola estava com o motorista e que o suspeito avançou na direção dele, tendo os dois entrado em luta corporal. Ela disse que João tomou a arma do motorista e que atirou na direção dela.

A vigilante foi levada ao Hospital São Lucas, onde está internada. “Ela deu uma versão de que ele tomou a arma de mim, mas eu não sei o motivo disso. A arma estava nas mãos dela”, disse o motorista.


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