Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

Twingo, o carro que virou xodó de Ricardo Boechat
Sobre Rodas

Twingo, o carro que virou xodó de Ricardo Boechat

Ricardo Boechat mostra o seu carinho com o Renault Twingo, no estacionamento do Grupo Bandeirantes (Foto: Reprodução/Instagram)
Ricardo Boechat mostra o seu carinho com o Renault Twingo, no estacionamento do Grupo Bandeirantes (Foto: Reprodução/Instagram)

Ricardo Boechat podia ter na garagem de sua casa o carro – ou os carros – que quisesse. Porém, quem tinha lugar cativo era o compacto francês Twingo, que deixou de ser vendido pela Renault no Brasil em meados de 2003. O âncora da Band News FM e do Jornal da Band – que morreu após um acidente de helicóptero em São Paulo no último dia 11 – fazia questão de citar no ar o seu carinho pelo antigo carro.

Certa vez, em entrevista ao colunista social Amaury Jr., afirmou que tinha um “fetiche” pelo seu Twingo 2001, explicando o motivo que o levara a usar o Renault na sua rotina diária. “Não tenho outro carro, venho para o trabalho com ele. É azul, e não chama muita atenção. Acho despropósito ter um carro enorme e que gaste muito”.

Esse, na verdade, era o segundo exemplar que o levava diariamente ao trabalho e aos demais compromissos. O primeiro, também 2001, havia sucumbido aos anos de pouca manutenção e em 2015 acabou virando obra de arte nas mãos do artista plástico, Alê Jordão.

Um ano depois, cansado do custo de manutenção e do gasto de combustível de uma Land Rover Freelander, Boechat deu-se de presente, no Dia das Crianças, o bem conservado Twingo azul. “Custou menos do que a última manutenção da Freelander”, disse.

O Twingo de primeira geração começou a ser importado para o Brasil em 1995, dois anos após ser lançado na Europa como uma opção mais em conta.

A primeira geração do modelo durou até 2007 no mercado europeu, com 2,1 milhões de unidades vendidas. A Colômbia foi o último país no mundo a produzi-lo, até 2012, com o visual antigo.

Na Europa ele continua na ativa, em sua terceira geração, agora como um subcompacto premium, cheio de conforto e itens tecnológicos, mas sem perder a essência que cativou tantos proprietários.


Olá, !

Esse é o seu primeiro acesso por aqui, então recomendamos que você altere o seu nome de usuário e senha, para sua maior segurança.



Manter dados