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Tucanos e petistas com medo de Tabata Amaral
Coluna do Estadão

Andreza Matais e Marcelo de Moraes


Tucanos e petistas com medo de Tabata Amaral

Apesar de Tabata Amaral (PDT) afirmar que não será candidata à Prefeitura de São Paulo, tucanos e petistas estão tremendo de medo dela, ainda mais após o mais recente movimento (e de grande visibilidade) da deputada: votar pela reforma da Previdência mesmo estando na esquerda.

No PSDB, a leitura é de que Tabata caminha para ocupar o despovoado centro político, tão almejado por Bruno Covas. No PT, acham que ela pode ser uma opção para a juventude que não se contenta com o “Lula livre” e outras ideias que cheiram à naftalina.

Sem Fla-Flu. O grande ativo de Tabata, segundo marqueteiros e políticos ouvidos pela coluna, é escapar da polarização radical que tomou conta do País, ainda mais após ter votado pela responsabilidade para com as contas públicas contra a orientação do PDT.

Com Fla-Flu. O cálculo eleitoral em São Paulo é simples: no melhor cenário para tucanos e petistas, PSDB e PT sonham estar no segundo turno da eleição do ano que vem e contar com a polarização total da disputa.

Pelo meio. No caso do PSDB, uma vez no segundo turno contra o PT ou um candidato de direita apoiado por Jair Bolsonaro, o tucano Bruno Covas aposta em vencer ajudado pela alta rejeição desses extremos.

Extremos. No PT, a ideia é parecida: ir ao segundo turno contra um candidato apoiado por Bolsonaro e contar com o apoio do PSDB e do centro-esquerda.

Nome novo. Uma eventual candidatura de Tabata ou de um candidato com perfil similar embola completamente esse meio-campo porque quebra a polarização. A deputada não quis conversar com a coluna sobre o assunto.

Valor. Com apenas 25 anos, Tabata Amaral é um ativo eleitoral poderoso para atrair os jovens e o voto feminino, ambos ouro em pó para qualquer partido político que não queira ficar amarrado ao passado.

Rebelde. Para um marqueteiro, ao desrespeitar a decisão do PDT e votar pela reforma, Tabata reforçou seu poder entre parcela expressiva da juventude contemporânea, que não aceita mais dogmas políticos.

Bye, bye. Uma eventual ida de Eduardo Bolsonaro para Washington (EUA) foi celebrada por parte do PSL paulistano. Se ele deixar a presidência estadual do partido, uma avenida se abrirá para Joice Hasselmann na disputa pela prefeitura. Hoje, Eduardo defende lançar o apresentador José Luiz Datena com candidato.

CLICK. Eduardo Bolsonaro (PSL) publicou em suas redes foto de reunião de trabalho durante o fim de semana com Jorge Oliveira, ministro da Secretaria-Geral.

Piuí. O senador Flávio Bolsonaro articula com o ministro Tarcísio Freitas a aprovação de um projeto que autoriza a iniciativa privada a construir e explorar ferrovias, para transporte de carga e de passageiros.

Preferência. De autoria do senador José Serra, o projeto pode destravar a reativação de linhas férreas hoje abandonadas. A ideia é retomar a tramitação no segundo semestre.

Quintal. Flávio e Tarcísio têm planos de renovar a outorga da ferrovia Vitória-Minas e autorizar a construção de uma linha até o Porto de Açu, no Rio.

Xi. A Odebrecht pediu a Tarcísio a reprogramação das obrigações da empreiteira no contrato de concessão da BR-163 em Mato Grosso. Ouviu um sonoro “não”.

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