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Três mil estudantes capixabas vão estudar no exterior em 2019


A universitária Pietra Sipolati vai viajar em julho para a Colômbia, onde fará um intercâmbio de seis meses (Foto: Dayana Souza / AT - 01/01/2019)
A universitária Pietra Sipolati vai viajar em julho para a Colômbia, onde fará um intercâmbio de seis meses (Foto: Dayana Souza / AT - 01/01/2019)

Estudar fora do País costuma ser um dos desejos para quem quer alcançar o sucesso profissional. E cerca de 3 mil capixabas devem realizar esse sonho em 2019, segundo a Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio. Em 2018, pouco mais de dois mil capixabas estudaram no exterior, de acordo com a associação.

Instituições de intercâmbio afirmam que há oportunidades para estudar em, pelo menos, 15 países, como Canadá, África do Sul, Estados Unidos e Alemanha.

É possível fazer cursos a partir de R$ 1.500 para aprender uma língua estrangeira em duas semanas – sem o valor de passagem e estadia. Há oportunidades para cursar o ensino médio e até fazer faculdade ou pós-graduação.

Um destino preferido dos estudantes que deixam o Espírito Santo é o Canadá. “Isso ocorre porque o dólar canadense é mais barato em torno de R$ 1 que o dólar americano”, explica Guilherme Marinho, especialista em Educação Internacional da IE Intercâmbio.

Na Alemanha, uma das vantagens é que a pós-graduação é gratuita, de acordo com a diretora regional da World Study, Maria Clara Dável. “O estudante só precisa de alemão avançado e ele pode estudar de graça”, detalhou.

Segundo ela, o brasileiro apresenta um perfil que chama a atenção do mercado por ser simpático e enfrentar os problemas com bom humor. “Eles estão procurando estrangeiros qualificados e não querem o imigrante ilegal”, ressaltou.

Uma das capixabas que terá uma experiência internacional em 2019 é a universitária Pietra Sipolati. Ela está no sexto período de Relações Internacionais e vai passar seis meses na Colômbia a partir de julho.

No currículo, Pietra já tem um intercâmbio de um ano na Bélgica. Desta vez, ela quer aprimorar o espanhol e se aproximar culturalmente da Colômbia. “É um diferencial no currículo porque o estudante de Relações Internacionais tem um sentimento de cidadão global e consegue criar esse sentimento de uma maneira especial”, afirmou.