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Trânsito já matou 200 jovens no Estado este ano

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Trânsito já matou 200 jovens no Estado este ano


Uma curva da BR-101 próximo ao viaduto de Carapina, na Serra, foi o ponto final na vida de quatro jovens de 19 anos. Naquela noite do dia 7 de julho, eles seguiam para uma festa em Vitória quando o carro em que estavam colidiu com um caminhão e fez aumentar uma triste estatística no Espírito Santo.

Acidente em curva da BR-101, em Carapina, na Serra, provocou a morte de    quatro jovens de 19 anos no mês de julho (Foto: Divulgação)
Acidente em curva da BR-101, em Carapina, na Serra, provocou a morte de quatro jovens de 19 anos no mês de julho (Foto: Divulgação)

Os amigos fazem parte do perfil das principais vítimas do trânsito capixaba: jovens que perderam a vida antes de chegar aos 34 anos. Foram 200 somente este ano, segundo o Observatório de Segurança Pública do Espírito Santo.

Para o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego no Estado, Sandro Rotunno, o elevado índice está diretamente ligado ao comportamento dos jovens na direção.

“O jovem tem uma noção de ser invulnerável, achar que nunca vai acontecer com ele. Geralmente, são mais agressivos no trânsito, andando em velocidade maior e fazendo manobras mais arriscadas. É natural que eles fiquem mais sujeitos aos riscos”, afirmou.

Na separação por faixa etária, jovens entre 15 e 24 anos são os que mais perdem a vida nas vias do Estado. Foram 108 este ano, o que representa 20% do total.

A especialista em Saúde e Segurança no Trânsito Roberta Torres ressaltou que o consumo de álcool também explica o número expressivo.

“O jovem tem como característica a impulsividade. Então, muitas vezes, se deixam levar, principalmente quando se trata de álcool e velocidade. Falta maturidade e experiência. Muitos são inabilitados ou têm habilitação há pouco tempo. Tudo isso se soma à falta de orientação e à imprudência. Vira uma mistura explosiva”, disse.

Roberta acredita que a solução para resolver esse problema está na análise das causas dos acidentes, para que ações de educação e fiscalização sejam feitas.

“É preciso compreender com mais profundidade o problema. Com esses dados em mãos, o poder público precisa agir pontualmente, investir em ações de conscientização, aperfeiçoar a fiscalização e melhorar as condições de segurança das vias”, disse.


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