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Trabalho em equipe entra no currículo

Especial Educação

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Trabalho em equipe entra no currículo


Entre os benefícios do Cooperjovem estão maior integração entre escola, estudantes, familiares e comunidades (Foto: Reprodução Facebook/ Sistema OCB)
Entre os benefícios do Cooperjovem estão maior integração entre escola, estudantes, familiares e comunidades (Foto: Reprodução Facebook/ Sistema OCB)
Mais de 400 escolas no Brasil acrescentaram o cooperativismo ao currículo.

Graças ao Cooperjovem, no Estado são cinco escolas que abordam com seus alunos o trabalho em equipe e também a harmonia. “O programa oferece uma capacitação de 40 horas para professores do ensino fundamental, que aprendem sobre cooperativismo e a cultura da cooperação. A proposta é que trabalhem de forma transversal em todas as disciplinas o tema da cooperação”, explica a assistente administrativa e mediadora do contato com as Cooperativas Educacionais do Sistema OCB, Bianca Rocha.

Os benefícios são maior integração entre escola, estudantes, familiares e comunidades; desenvolvimento de projetos educacionais que envolvem cooperação; melhoria da prática pedagógica e da relação entre docentes e alunos.

O Cooperjovem trabalha princípios do cooperativismo que são adotados em todo o mundo, como a educação, formação e informação e o interesse pela comunidade.

Os outros princípios são adesão voluntária e livre, gestão democrática, participação econômica dos membros, autonomia e independência e intercooperação.

Palestras
Em Linhares, no Norte do Estado, a Cooperativa Educacional de Linhares (CEL) já colhe os frutos após aderir ao Cooperjovem.

A diretora pedagógica Queila Gomes Zorzanelli destaca a prática dos princípios do cooperativismo no dia a dia da escola, como cooperação e solidariedade. “Fazemos palestras com os alunos e professores e comunidades trabalham juntos. Participamos de projetos solidários, com eventos na Páscoa e no Natal, por exemplo. Os pais abraçam a causa e vemos a diferença dentro e fora da escola”, ressalta.

A escola, que tem 24 anos, trabalha com alunos de 2 a 17 anos. Mesmo quando concluem seus estudos, ainda são lembrados com carinho na CEL e levam para o mercado de trabalho todo o aprendizado voltado para o cooperativismo, ainda segundo a diretora pedagógica.

Além de Linhares, outros municípios têm escolas que adotaram o Cooperjovem, com a Escola Cooperação, em Santa Maria de Jetibá, na região Serrana, a Escola Alternativa, em São Mateus, no Norte do Estado, a Escola Coopesg Robusta, em São Gabriel da Palha, também na região Norte, e a Coopem, em Muqui, no Sul do Estado.

Projeto reconhecido e premiado

Professor representou alunos (Foto: Divulgação/ Sistema OCB)
Professor representou alunos (Foto: Divulgação/ Sistema OCB)
O trabalho feito na Cooperativa Mirim da Cooperativa Educacional de Linhares (CEL) foi reconhecido nacionalmente no Prêmio de Educação Empreendedora do Sebrae recentemente, em Florianópolis (SC).

O professor de Biologia e orientador do projeto, Vinícius Santi, recebeu o prêmio representando a Cooperativa Mirim. Ele explica que “é um projeto interdisciplinar, baseado e inspirado nos princípios do cooperativismo”. “No decorrer dos trabalhos, os alunos de 11 a 15 anos formam uma cooperativa, composta por diretores e conselheiros. Os cooperados mirins estudam sobre o produto que é chamado de objeto de aprendizagem, ou seja, a questão do marketing, educação financeira, gestão democrática e empreendedorismo”, salienta.

A Cooperativa Mirim, que tem apenas um ano, venceu a etapa regional na categoria Fundamental II e foi reconhecida como o melhor caso de sucesso de Educação Empreendedora do Brasil.  “Desenvolvemos o trabalho em equipe, a gestão democrática, a resiliência, o ouvir ao outro. Os alunos vão levar para a vida a experiência. Essa experiência de estarem como gestores de uma cooperativa, de terem autonomia nas decisões, de entender e administrar os conflitos.

A experiência adquirida por eles durante esse processo vai fazer diferença lá na frente. Vão levar como bagagem”, ressalta o orientador.

Outras cooperativas mirins ficam em São Gabriel da Palha e Santa Maria de Jetibá.

 (Foto: Jornal A Tribuna)
(Foto: Jornal A Tribuna)


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