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“Temos de parar de ficar culpando os outros”, diz ator Anderson Di Rizzi

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“Temos de parar de ficar culpando os outros”, diz ator Anderson Di Rizzi


O ator Anderson Di Rizzi, de 41 anos, fala de sua  busca pela “fórmula de sucesso” na vida e comenta sobre a carreira e a família. (Foto: Divulgação/Sergio Baia)
O ator Anderson Di Rizzi, de 41 anos, fala de sua busca pela “fórmula de sucesso” na vida e comenta sobre a carreira e a família. (Foto: Divulgação/Sergio Baia)
Tempos confusos. Ninguém é de ninguém, mas todo mundo dá conta da vida de todo mundo. Na corrida de interesses, o “meu” parece sempre ser o primeiro. Será?

Para o ator Anderson Di Rizzi, de 41 anos, não é bem assim. “O mais importante ingrediente na fórmula do sucesso é saber lidar com as pessoas”, escreveu em seu Instagram. E, em entrevista ao AT2, ele explica.

“Uma coisa que eu sempre comento, em casa e em meu círculo de amigos, é que na vida, para conseguir viver bem, ter sucesso, se estabilizar em um trabalho, nós temos que saber lidar com as pessoas. Temos de parar de ficar julgando, culpando os outros. Temos que ter empatia pelo próximo, mesmo no momento em que o outro fez ou falou algo que te incomodou”.

O bonitão de Campinas (SP), que, ironicamente nunca fez papel de galã, disse que o melhor é relaxar e agradecer. Ah! Segundo ele, ensinamento passado por um amigo, e que está dando supercerto com ele.

“Ele me falou uma coisa que me marcou: 'Se você levar em consideração tudo, se colocar em pauta tudo que falaram e que você não gostou, você vai ficar sozinho. Até seu cachorro não vai querer ficar com você, vai te achar um chato!'. (Risos) Então, tudo se resume em ter mais flexibilidade com os outros, com as situações da vida. É um exercício para viver melhor”, diz Anderson, que interpreta Márcio, que é apaixonado pela Kim (Monica Iozzi), na novela “A Dona do Pedaço”.

Qual lição o Márcio vai te deixar? “O que importa é daqui para frente. Isso que eu tento trazer para minha vida, o que importa é daqui para frente, não o que vai acontecer ou já aconteceu. Então, a partir do que estamos vivendo agora, podemos construir um futuro melhor”, frisa ele, casado com Taise Galante.

“Achamos que é preciso estar sempre felizes”

Em seu Instagram, postou: “Felizes são aqueles que sabem rir de si mesmos, porque nunca vão parar de se divertir”. Assim toca a vida?

Rir de si mesmo é um grande exercício, principalmente para uma pessoa perfeccionista como eu. Venho aprendendo ao longo dos anos, reconhecendo meus erros e me divertindo com isso. É me permitir, me aceitar, e claro, buscar sempre aprender.

A vida e suas lições.

Outra prática muito difícil: eu e minha esposa nos propomos a não julgar nada, mesmo as coisas mais cotidianas. Temos o exercício diário de só agradecer.

Hoje, o que mais vemos são pessoas julgando, reclamando, apontando o dedo para as outras. Tento fazer esse caminho ao contrário. Quando rimos de nós mesmos, a vida fica mais leve. E você sempre vai ter tempo para se divertir.

Como vê as relações nesse mundo tão acelerado?

As pessoas não se falam mais por telefone. Preferem enviar mensagens, até para perguntar se podem te ligar. A tecnologia trouxe e traz muitos benefícios, mas nos faz perder um pouco o trato social.

E amar? As pessoas estão amando menos?

Acredito que há duas situações hoje. Primeiro: as pessoas estão mais objetivas em seus sentimentos.

Antigamente, era comum escutarmos de pessoas casadas há muitos anos que “suportaram” momentos muito difíceis do casamento. Hoje, o casamento seria rompido. Antes, a mulher dependia do homem, precisava estar no matrimônio. Hoje, somos iguais e estamos na relação para somar.

Outra questão é o fato de estarmos sempre conectados. Isso nos dá mais acesso à vida do outro e achamos que é preciso estar sempre felizes. Isso faz com que as pessoas não falem sobre seus sentimentos.

Recentemente, uma amiga da minha esposa, que estava em uma depressão profunda, se suicidou. Mas, quando olhávamos em suas redes sociais, ela aparentava uma vida superfeliz. A internet mascara isso: o que você sente de verdade. E acaba distanciando as pessoas do trato mais próximo.

É pai em dose dupla, de Helena, 2 anos, e Matteo, 4 meses. Como tem sido?

Essa é a maior forma de amor que podemos sentir. Quando você acha que nada será igual, chega outro filho, que te transforma novamente. E você descobre essa capacidade do amor multiplicar.

Você se acha galã ou procura se afastar desse rótulo?

Engraçado que nunca interpretei um galã! Sempre faço personagens carismáticos, com vertentes cômicas e dramáticas, mas, um galã, eu ainda não fiz.

Gosto de ser um ator versátil, que transita em diferentes personagens. Gosto de ter liberdade para explorar todas as possibilidades, sem rótulos.


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