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Tal como o ímã para o metal
Painel da Folha de São Paulo

Tal como o ímã para o metal

A chance de Lula deixar a carceragem da Polícia Federal por decisão do STF ou da juíza provocada a analisar sua progressão para o semiaberto fez integrantes do PT debaterem o impacto da mudança de cenário.

Para além da certeza de que ele, se plenamente livre, vai querer rodar o País, há a percepção de que a saída da prisão tende a reavivar a polarização com Jair Bolsonaro. A dúvida é se o efeito colateral desse movimento não auxilia o Presidente justo no momento em que a direita está fragmentada.

De carne e osso
Alguns quadros do PT confidenciam, em privado, temer que o retorno de Lula ao cotidiano da política reagrupe a direita, dando a ela um inimigo comum – e a Bolsonaro combustível para ataques sobre o risco de a esquerda retomar o poder.

Timing
Alguns integrantes da sigla ponderam que Bolsonaro vive momento de fragilidade, sem o apoio sólido do centro, com o partido rachado e em pé de guerra, e movimentos de direita estremecidos pela claudicância do Planalto na defesa da pauta anticorrupção. O “fator Lula”, avaliam, poderia suplantar tudo isso.

Tudo no script
Mas, há, claro, numerosa ala que vê o efeito rebote como natural e esperado. Esses dizem que, desde a década de 1980, o PT ocupa um dos lados da polarização, seja contra Collor ou contra o PSDB, seja como o alvo no comando do Planalto.

Vá com Deus
Líderes do Legislativo próximos ao governo acreditam que a viagem internacional do Presidente, ontem, deve ajudar a baixar a fervura e reagrupar o PSL. Hoje, esse grupo vê o partido como um avião com 53 passageiros que está em queda, mas tem apenas 30 paraquedas: só um acordo salva.

Deixa disso
Pai do presidente da CCJ da Câmara, o deputado estadual Fernando Francischini (PSL-PR) diz que abre mão dos cargos que tem na direção do partido para apaziguar a relação com Bolsonaro. “Não tenho apego às funções que meu grupo ocupa. Se ele quiser colocar alguém no meu lugar, pode pôr”.

Deixa disso II
A mulher de Francischini é secretária-geral da sigla. No diretório nacional, ele indicou outros postos.

Quando um não quer...
O problema é que nenhum dos dois lados dá sinal de trégua. Luciano Bivar, presidente do PSL, tem dito que Jair Bolsonaro quer sua “rendição total” – e que isso não haverá.

Ao deus-dará
A equipe econômica avalia apresentar toda a sua agenda, classificada por auxiliares do ministro Paulo Guedes (Economia) como uma “solução sistêmica” para as finanças do País, ainda neste ano, mesmo que parte dela fique na chuva durante o recesso parlamentar, à espera do retorno das votações.

Pago para ver
Políticos costumam evitar essa estratégia para impedir que projetos recebam críticas da oposição sem que a base esteja organizada para responder. Para o time econômico, porém, as reformas e a proposta apelidada de DDD (por desindexar, desobrigar e desvincular o Orçamento) reagirão bem a um tempo de maturação.

Prorrogação
O governo vai esperar a instalação da comissão mista, formada por deputados e senadores, para só então enviar sua proposta reforma tributária. O primeiro texto será focado apenas nos tributos federais.

Vai ter luta
Integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público estudam recorrer da decisão judicial que travou o avanço de uma das representações contra Deltan Dallagnol no colegiado. O argumento seria o de que só o STF pode interferir no CNMP.

Puxa a fila
A absolvição de Michel Temer da acusação de obstrução de Justiça formulada por Rodrigo Janot animou a defesa de Aécio Neves (PSDB-SP). Advogados do tucano estudam ir ao CNMP contra o ex-procurador sob o argumento de que ele escondeu aspectos da negociação da delação da JBS.

Minha deixa
Na sentença de Temer, o juiz disse que o MPF manipulou o conteúdo do grampo feito por Joesley Batista, desconsiderando cortes e interrupções. A defesa de Aécio junta documentos que apontam que Joesley esteve na PGR horas antes de gravá-lo. Quer levantar a tese de que o tucano foi alvo de um flagrante armado, o que é proibido.

Tiroteio
“A crise no PSL mostra que o Presidente só se preocupa em cuidar dos filhos e dos próprios interesses, e não dos do Brasil”. Do deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), sobre a guerra interna no partido de Jair Bolsonaro que domina há dias o noticiário político.

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