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Tá difícil, Tite!
Papo do Dias
Flávio Dias

Flávio Dias


Tá difícil, Tite!

Philippe Coutinho sumiu contra a Venezuela (Foto: Pedro Martins/Mowa Press)
Philippe Coutinho sumiu contra a Venezuela (Foto: Pedro Martins/Mowa Press)
“A Bolívia evoluiu”, destacaram alguns especialistas durante o jogo de estreia da Seleção Brasileira na Copa América, antes da marcação do pênalti que abriu caminho para a vitória. “A Venezuela vem crescendo no futebol mundial”, se apressaram em dizer outros antes e durante o empate sem gols pela segunda rodada. Cascata!

Alguém é capaz de citar três jogadores bolivianos que jogam em alto nível no futebol mundial? E venezuelanos?

Na boa, a realidade é que temos uma Seleção sem personalidade, engessada e sem brilho algum. O time depende 100% do Neymar. E quando o camisa 10 não está, como é o caso nesta Copa América, jogadores que poderiam chamar a responsabilidade não o fazem. Exemplo: Philippe Coutinho. Contra a Venezuela, mais uma vez apagadíssimo!

O Brasil depende de Daniel Alves e Filipe Luís para armarem as jogadas. Porque o meio de campo, simplesmente, não cria nada! E a solução do Tite, pelo jeito, é o Fernandinho... aí não dá.

O que faz o Paquetá na Copa América? (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
O que faz o Paquetá na Copa América? (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
Na estreia, Fernandinho foi superelogiado pelos comentaristas porque estava com frequência chegando à área da Bolívia. Me respondam: se o jogador está sem preocupação defensiva (porque o adversário não ataca) e está livre para atacar, quem é mais perigoso perto da área adversária? Fernandinho ou Paquetá? Afinal, o que faz o Paquetá na lista dos convocados se o treinador não o escala?

Casemiro, Arthur e Paquetá. Era essa a formação que Tite “prometia” rumo à Copa de 2022. Nos dois jogos até agora, ficou na promessa. Na estreia, o técnico usou Everton, Gabriel Jesus e Willian saindo do banco. Na segunda rodada, repetiu Everton e Jesus, e voltou com Fernandinho. Duro, viu?

É tão difícil assim?

Everton é a única coisa boa da Seleção até agora na Copa América (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
Everton é a única coisa boa da Seleção até agora na Copa América (Foto: Lucas Figueiredo/CBF)
Nos dois primeiros jogos, a única coisa boa foi ver Everton em campo. E o mesmo Everton que vemos no Grêmio. Não ficou preso ao “gesso” da formação tática da Seleção, foi para cima dos marcadores e, não por acaso, melhorou a equipe nas duas partidas.

É exatamente o que esperamos de jogadores “novatos”. Everton, Richarlison (não como centroavante, Tite, por favor!), David Neres e Paquetá são os quatro que podem mudar a atual Seleção na Copa América.

Chega de Fernandinhos, Willians, Coutinhos e Filipes.

Muda, Tite!


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