Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.


Assine agora e tenha acesso ao conteúdo exclusivo do Tribuna Online!

esqueceu a senha? Assinar agora
Cookies não suportados!

Você está utilizando um navegador muito antigo ou suas configurações não permitem cookies de terceiros.

STJD mantém resultado de jogo e acesso do Náutico à Série B

Esportes

Esportes

STJD mantém resultado de jogo e acesso do Náutico à Série B


O Pleno do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) decidiu por unanimidade, nesta sexta-feira (20), negar o pedido do Paysandu de impugnar o duelo com Náutico há duas semanas, pela Série C do Campeonato Brasileiro, o que mantém a ida do time alvirrubro à segunda divisão.

O clube paraense havia pedido a anulação alegando um erro de direito do árbitro gaúcho Leandro Vuaden ao assinalar um pênalti aos 49min do segundo tempo, convertido em gol pelos pernambucanos, o que deixou o placar em 2 a 2 no estádio dos Aflitos, em jogo de volta das quartas de final.

Na sequência, o confronto foi para a disputa de pênaltis, já que os adversários haviam empatado sem gols no duelo de ida, no Mangueirão. O Náutico venceu então por 5 a 3 nas penalidades e, com isso, garantiu acesso à Série B do ano que vem, o que é dado aos quatro semifinalistas da terceira divisão.

No julgamento, todos os auditores votaram contra o pedido do Paysandu, garantindo um placar de 7 a 0 contra a impugnação. Com a decisão, o placar em Recife e a consequente classificação do Náutico à Série B estão mantidos.

O time paraense ainda não decidiu se irá recorrer. Como o caso foi julgado pelo Pleno do STJD, instância máxima da Justiça desportiva brasileira, a possibilidade que resta é apelar à CAS (Corte Arbitral do Esporte, na sigla em inglês), na Suíça.

Representado pelo advogado do Michel Assef Filho, o Paysandu argumentou que Vuaden não observou a regra do jogo ao marcar o pênalti depois que a bola tocou no braço de um de seus atletas na área. O Náutico e a FPF (Federação Pernambucana de Futebol) se pronunciaram contra a anulação durante o julgamento. Já o árbitro Leandro Vuaden não foi ouvido.

O relator do caso, Mauro de Lima e Silva, e o procurador do tribunal, Felipe Bevilacqua, não concordaram com a tese do erro de direito, assumindo que partidas de futebol não são passíveis de anulação por erros de interpretação da arbitragem. A mesma interpretação foi seguida pelos auditores do tribunal.

Com isso, a menos que recorra e seja atendido, o Paysandu deve voltar a jogar a Série C em 2020, ao passo que o Náutico segue na disputa pelo título da atual edição: disputa a semifinal com o Juventude, com jogo de volta na segunda-feira (23), em Recife -na ida, perdeu por 2 a 1.


Olá, !

Esse é o seu primeiro acesso por aqui, então recomendamos que você altere o seu nome de usuário e senha, para sua maior segurança.



Manter dados