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Soneto de separação
Painel da Folha de São Paulo

Soneto de separação

A cúpula do PSL não assiste inerte à movimentação de Jair Bolsonaro e de um grupo de deputados para se distanciar do partido. Ao contrário. A direção da sigla traça, há semanas, cenários para sobreviver sem o presidente entre seus quadros.

Mais: quer sair maior do episódio, se o desfecho for mesmo o de uma debanda puxada pelo Planalto. Nesse caso, dirigentes da legenda, como Luciano Bivar (PSL-PE), não descartam a perspectiva de união com outras agremiações.

Tudo eu - O incômodo de Bolsonaro com o PSL aumentou após a Folha revelar que, durante a apuração sobre o laranjal na seção mineira da sigla, a PF encontrou menções à campanha dele. "Nunca é registrado como 'o partido do Bivar'. É sempre como 'o partido de Bolsonaro'", diz uma conselheira do presidente.

Mal que nunca acabe - Quem acompanha o divórcio entre Bolsonaro e o PSL diz que há uma junta de advogados trabalhando num plano para não deixar na chuva parlamentares que queiram abandonar o partido ao lado dele. O ex-ministro do TSE Admar Gonzaga integra esse grupo.

Bem que sempre dure - O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (PSL-GO), diz que os colegas correm risco. "Não tem janela partidária, novas eleições vão vir. Vão disputar sem dinheiro? Vão deixar o partido que tem o maior fundo eleitoral? Bolsonaro pode não precisar, mas e eles? Esse negócio de ideologia não vai durar quatro anos."

Monarquia - Já o deputado Júnior Bozella (PSL-SP), que patrocinou um manifesto em defesa de Bivar, diz que Flavio e Eduardo Bolsonaro gerenciam os diretórios do Rio e de SP, respectivamente, sem ouvir os integrantes da bancada federal. Ele diz que o clã precisa reavaliar a ascensão da direita. "Todos nós fomos importantes nesse processo."

Geni - O relatório da CPI do BNDES, finalizado nesta terça (8), desagradou a diferentes setores. Políticos se queixaram de o texto repetir acusações e falar em "supostos indícios" de crime mesmo após seis meses de apuração.

Geni 2 - No setor privado, causou estranheza que a CPI não tenha investigado as demais 138 empresas que tomaram recursos do banco, algumas em montantes semelhantes aos de JBS e Odebrecht. A CPI do BNDES sugeriu o indiciamento dos irmãos Batista e de Marcelo e Emílio Odebrecht.

Pedágio - Os estados do Nordeste deverão sofrer uma redução no valor que esperavam receber com a nova divisão dos recursos do pré-sal da chamada cessão onerosa. A redistribuição foi costurada em acordo nesta terça (8).

Pegar ou largar - Parlamentares trataram o corte como a fatura a ser paga por líderes da região que não apoiaram a reforma da Previdência. Juntos, os estados deverão receber cerca de R$ 10,5 bi –15% do que o governo pretende arrecadar com o leilão da área de exploração de petróleo.

Estava escrito - O sinal de que haveria perda aos nordestinos foi dado pelo próprio Paulo Guedes (Economia). Ele prometeu enxugar o pacto federativo após senadores reduzirem a economia gerada pela reforma da Previdência. Ato contínuo, engavetou a compensação prometida aos estados da Lei Kandir (que beneficiaria Sul e Sudeste) e ganhou aliados contra os nordestinos.

Você paga - O acordo construído nesta terça repõe verbas para os governadores do Sul e Sudeste, mas tira do bolso das lideranças do Nordeste.

Cabo de guerra - Estados exportadores atendidos pelo FEX (auxílio financeiro para o fomento das exportações), como Mato Grosso e Rio Grande do Sul, devem tentar emplacar, até o último minuto, dispositivo que amplie um pouco seus ganhos.

A união faz a força - Prefeitos de 11 capitais se reuniram nesta terça para traçar um plano que evite perdas durante a tramitação da reforma tributária no Congresso. O grupo decidiu priorizar o ataque à na distribuição do ISS que está prevista na proposta patrocinada pela Câmara.

Contra o tempo perdido - A avaliação é a de que o texto acabou beneficiando os estados porque os governadores entraram antes em campo para influenciar discussões sobre o tema no Congresso.

TIROTEIO

"Moro precisa decidir se é ministro da Justiça ou se vai continuar chancelando o saudosismo de Bolsonaro pela ditadura."

Do deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), líder da minoria, após o presidente chamar de besteira a denúncia de tortura de presos no PA.

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