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Será um desserviço ao País desmantelar aquilo que dá certo
Tribuna Livre

Será um desserviço ao País desmantelar aquilo que dá certo

Atualmente, o sistema cooperativista tem sido bastante evidenciado pelo seu constante crescimento e pela sua participação no combate à exclusão social, valorizando o homem pelo que ele é, tornando-o empreendedor e protagonista de sua produtividade, garantindo-o voz e vez perante as tomadas de decisões.

De acordo com levantamento de 2017 da Organização das Cooperativas Brasileiras do Espírito Santo (OCB/ES), por exemplo, o Cooperativismo conta com quase 350 mil cooperados.

Esses estão reunidos em 125 Cooperativas registradas no Sistema OCB/ES, em nove ramos da economia (agropecuária, consumo, crédito, educacional, habitacional, produção, trabalho, transporte e saúde), empregando quase 10 mil colaboradores diretos.

Ainda segundo os dados, o segmento cooperativista faturou R$ 5,3 bilhões naquele ano. Esse montante só é possível através da qualidade dos serviços e produtos oferecidos. Para se ter uma ideia, 46% do leite e derivados comercializados no Espírito Santo são de cooperativas capixabas.

Segundo o ranking das 200 maiores empresas do Estado, realizado pelo Sistema Findes, 20 são cooperativas. Esses números foram possíveis através do apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Cooperativista (Sescoop), um dos braços do Sistema S.

Quem nunca ouviu esta frase: “Conhecimento ninguém rouba da gente”? Pois então, também em 2017, quase 90 mil cooperados, dirigentes e funcionários de cooperativas foram beneficiados pelo Sescoop com capacitações, visitas “in loco”, pareceres técnicos e contábeis e consultorias empresariais.

Esses serviços foram fundamentais para que esses números fossem alcançados. Propiciando desenvolvimento social e econômica, resultado da correta aplicação dos recursos.

Por isso, o fortalecimento da instituição garante oportunidades, mantém serviços consultivos e técnicos especializados, esclarecendo dúvidas e fazendo sugestões quanto à estrutura social, método gerencial e/ou operacional, questões jurídicas, de modo a permitir às sociedades cooperativas registradas receberem orientações que auxiliem no seu crescimento. Essa evolução só é possível através da qualidade dos serviços e produtos oferecidos.

Mais motivos? O cooperativismo financeiro é o segundo maior aplicador de recursos no setor agropecuário capixaba e primeiro do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

E mais, 75% dos atendimentos prestados na rede pública de saúde são de cooperativas de especialidades médicas.

Essa modalidade é uma alternativa ao desemprego. De acordo com o IBGE, o Brasil chegou a ter 14 milhões de desempregados em 2017, e os números ainda são preocupantes. O cooperativismo é um modelo socioeconômico que pressupõe unir esforços comuns de um grupo em prol do benefício geral.

Os governos estão certos em rever programas que não funcionam, mas esse não é o caso das atividades do Sistema S (Senai, Sesi, Sesc, Sebrae, entre outros). É um desserviço e prejuízo ao futuro do nosso país desmantelar o que vem dando certo.

Defendemos a manutenção e o aprimoramento dos “S” pelos grandes resultados que apresentam no Brasil. Cooperativismo, indústria, comércio, agricultura e micro e pequenas, segmentos que mais empregam e produzem riquezas, atestam essa evolução e o benefício gerado aos brasileiros e a nossa economia.

Carlos André Santos de Oliveira é superintendente do Sistema OCB/ES


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