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Sem ônibus nos bairros, passageiros recorrem a motoristas de aplicativo e até bicicleta para chegar ao terminal

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Sem ônibus nos bairros, passageiros recorrem a motoristas de aplicativo e até bicicleta para chegar ao terminal


Parte da frota de ônibus voltou a circular nas ruas da Grande Vitória na manhã desta terça-feira (13), durante o segundo dia de greve dos rodoviários. No entanto, dentro dos bairros, alguns passageiros reclamam da falta de veículos das linhas alimentadoras – aquelas que ligas os bairros aos terminais. Diante dessa dificuldade, há pessoas recorrendo aos aplicativos de viagem para chegar até os terminais e os motoristas aproveitam a oportunidade para faturar.

No Terminal Ibes, em Vila Velha, a reportagem do Tribuna Online conferiu que muitas pessoas chegavam de carro, moto e até de bicicleta. A maioria pegou carona ou teve que pagar pela condução até o terminal rodoviário.

O motorista de aplicativo Carlos André da Silva disse que já fez mais de três corridas com destino a terminais apenas nas primeiras horas da manhã desta terça. "Comecei a rodar às 5 horas e já deixei varias pessoas no terminal do Ibes e em Vila Velha", contou.

Greve

A paralisação foi anunciada pelo Sindirodoviários na última sexta-feira (9) e é decorrente do início da circulação dos coletivos com ar-condicionado e sem cobradores, conforme garantiu o governo do Estado.

Depois de um dia sem coletivos nas ruas, durante o período da tarde de segunda, o TRT-ES convocou audiência de conciliação entre as partes envolvidas: representantes do governo do Estado, das empresas de transporte público, dos trabalhadores e do MPT-ES.

A primeira proposta do TRT-ES foi que um número menor que 30 ônibus circulasse sem cobradores, por 60 dias, e que esse número fosse aumentado gradativamente ao longo do tempo. Mas, após reunião entre as partes, uma nova proposta foi apresentada:

Os 30 veículos ficam mantidos, porém com atuação dos cobradores por 90 dias a título de orientação aos passageiros com dúvidas sobre o novo sistema de bilhetagem eletrônica, assitência a idosos, deficientes físicos, gestantes e crianças. Além de que foi exigido pela Justiça do Trabalho, o mínimo de três cursos para o aproveitamento e qualificação dos cobradores e a criação de uma comissão que se reúna mensalmente para avaliação do novo sistema, com emissão de relatórios.


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