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Rock do Queen com banda e orquestra em Vila Velha


O músico André Abreu vive o   Freddie Mercury no palco (Foto: Divulgação)
O músico André Abreu vive o Freddie Mercury no palco (Foto: Divulgação)
Uma imersão musical aliando o rock de uma das maiores bandas da história à música erudita promete encantar o público na próxima sexta-feira, às 21 horas, na Área de Eventos do Shopping Vila Velha. É que por lá será apresentado o espetáculo “Queen Experience In Concert”.

No palco, dividindo espaço, estarão a banda paulista Magic Queen, formada por André Abreu (vocal e piano), Danilo Toledo (guitarra), Fábio Del Popolo (baixo) e Guga Teixeira (bateria), e ao menos 25 músicos da orquestra regida pelo maestro Eduardo Pereira, também de São Paulo.

Juntos, eles apresentarão clássicos do Queen, como “I Want To Break Free”, “Bohemian Rhapsody”, “We Are The Champions”, “Radio Ga Ga” e “Bohemian Rhapsody”, que dá nome ao filme em homenagem a Freddie Mercury e que tem sido sucesso de bilheteria.

“O público vai poder vivenciar a emoção do que seria um show do Queen, com toda performance, figurino e cenário”, adianta, ao AT2, André Abreu, que promete incorporar o grande Freddie Mercury no palco.

AT2 -  Como surgiu essa união de Queen e música erudita?
andré abreu Essa parceria foi idealizada pela BRZ Produções com o maestro Eduardo Pereira, que escreveu os arranjos para orquestra e que trouxe a ideia de juntar o show de tributo ao Queen à orquestra. O Freddie Mercury, por sinal, era um grande amante da música erudita.
Então, a banda já fazia tributo ao Queen antes de rolar essa parceria com a orquestra?
Sim. A banda surgiu pouquíssimo tempo antes do projeto nascer. Estreamos em fevereiro deste ano e, em março, fizemos nosso primeiro show com a orquestra, que segue sendo nosso projeto principal.


Conta um pouco sobre a orquestra?
Ela muda sempre. O maestro Eduardo Pereira faz uma seleção de músicos locais e os convida para compor a orquestra de cada lugar.


Como foi seu primeiro contato com o legado do Queen?
Foi ainda criança, aos 4 anos. Minha mãe gostava muito de Freddie Mercury e Queen. Sempre ouvia com ela e, na adolescência, passou a ser um gosto meu. Comecei a comprar discos, assistir a vídeos, e acompanhar mais a carreira deles.

Imaginava que viveria o Freddie Mercury nos palcos?
Nunca! Mas acabou que caiu muito bem. Como sou um grande fã, sempre assisti muito aos vídeos e tive aquela coisa de adolescente de ficar cantando junto com o ídolo e imitá-lo. Acabou que foi um estudo que fui fazendo durante toda a vida, inconscientemente. Foi uma coisa que já estava muito incorporada na minha cabeça.


Sente uma energia diferente antes de dar vida ao Freddie?
Essa questão energética sempre tem também antes de entrar no palco. Busco me concentrar, tentar mudar a mente para o que seria a mente dele naquele momento. Tudo para, no palco, realmente ter uma transformação e não estar sendo eu ali, mas sim o Freddie.

Dizem que o filme “Bohemian Rhapsody” foi feito para apresentar o Queen a uma nova geração. Tem visto um reflexo disso nos shows?
Assisti e gostei muito, é uma homenagem bem bonita. Em relação ao público do show, sempre tive uma percepção de que o Queen é quase como os Beatles. É uma banda praticamente eterna e, portanto, mesmo antes do filme, sempre vi uma renovação de público.