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Rio Branco pode acionar a Justiça por causa de ambulância

Esportes

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Rio Branco pode acionar a Justiça por causa de ambulância


Após a eliminação na semifinal do Capixabão diante do Real Noroeste, no sábado (13), o Rio Branco ameaça acionar a Justiça comum, na tentativa de paralisar a competição. Em nota enviada na tarde deste domingo (14), o clube garante que tomará essa medida "caso a Federação de Futebol do Espírito Santo (FES) não cumpra o regulamento do Campeonato Capixaba a partir desta segunda-feira (15)".

O Rio Branco alega que no estádio José Olímpio da Rocha, em Águia Branca, na região Norte, "não havia ambulância do tipo UTI Móvel, como exigido no artigo 49 do regulamento da competição”.

“A ambulância presente no local não atendia exigências da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), no decreto 2048/2002, além de não possuir kit de primeiros socorros, giroflex em funcionamento, iluminação no compartimento do paciente e bateria própria. Todas essas irregularidades foram registradas e relatadas, antes da partida, para a delegada do jogo, Rita Vilar, e aos árbitros, além da Polícia Militar. Mesmo assim, o início do jogo foi autorizado.”, diz a nota.

De acordo com o Rio Branco, o atacante Danilo Mariotto teria sido agredido por atletas do Real Noroeste e sofrido um corte no braço e a ambulância não tinha estrutura para prestar socorro.

“Encaminhado para a ambulância citada, ele não pode ser atendido, já que o veículo não possuía equipamento de primeiros socorros e iluminação. Com isso, o jogador precisou ser encaminhado para o hospital Rita de Cássia, em Barra de São Francisco, onde levou 18 pontos. O clube registrou um Boletim de Ocorrência no 11º BPM da 3º Cia”, completa a nota.

Real Noroeste venceu a partida por 2 a 0  (Foto: Daniel Pasti/ Rio Branco)
Real Noroeste venceu a partida por 2 a 0 (Foto: Daniel Pasti/ Rio Branco)

Em entrevista após a partida, o presidente do Rio Branco, Luciano Mendonça, antecipou que o clube acionaria a Justiça comum.

"A partida não deveria ter começado. Fui ignorado. Não foi testado desfibrilador, não vi garrafa de oxigênio. Não tinha estrutura nenhuma! Era uma Fiorino com uma maca ali dentro, sem lâmpada nem nada. Não tinha material nenhum para poder fazer os pontos no braço do nosso atleta. Hoje começou uma partida que não deveria ter começado, sem uma UTI móvel presente, e a gente vai entrar na Justiça para correr atrás, inclusive na Justiça comum para parar o campeonato", disse o mandatário capa-preta.

Já o presidente do Real Noroeste, Flaris Olímpio da Rocha, discordou: “Isso é história! Ambulância aqui nunca foi problema e não tem problema. Esses caras têm que aprender a perder!”.

A súmula da partida deverá ser publicada no site da FES na tarde de segunda-feira (15).

Precisando de um empate, o Rio Branco perdeu por 2 a 0, com um gol de pênalti do atacante Robert, aos 51 minutos do segundo tempo. A marcação da penalidade em Vitinho, por parte do árbitro José Wellington Bandeira, também foi motivo de revolta do time capa-preta. A derrota por 1 a 0 estava levando a partida para os pênaltis.

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