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“Restaurante giratório” na Reta da Penha de cara nova

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“Restaurante giratório” na Reta da Penha de cara nova


A proposta é que o 'Findes Lab' receba startups e empreendedores com ideias inovadoras (Foto: Kadidja Fernandes / AT)
A proposta é que o 'Findes Lab' receba startups e empreendedores com ideias inovadoras (Foto: Kadidja Fernandes / AT)

A estrutura metálica que daria origem a um restaurante panorâmico giratório, no alto do prédio da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), na Reta da Penha, em Vitória, vai virar um laboratório de projetos para o crescimento da indústria, o Findes LAB. A ideia é que o local receba startups e empreendedores com ideias inovadoras.

Para a construção do restaurante giratório, que não chegou a ser concluído, a Findes gastou R$ 5,3 milhões. No ano passado, a Federação anunciou que vai investir mais R$ 9,5 milhões para reformular o projeto com o objetivo de fazer as adequações para criar o laboratório. A meta é criar projetos em um valor de R$ 100 milhões.

A conclusão do Findes Lab está prevista para setembro deste ano. A concepção do novo projeto retira as mesas e cadeiras de restaurante e dá lugar a computadores, quadros de serviço e mesas de escritório compartilhado.

Projeção do futuro Findes Lab, na Reta da Penha (Foto: Divulgação / Findes)
Projeção do futuro Findes Lab, na Reta da Penha (Foto: Divulgação / Findes)
O projeto prevê que a estrutura conte com dois andares: um com um ambiente de escritórios compartilhados e um segundo destinado a projetos digitais. A Findes almeja que a criação do centro projete o Estado entre os 10 mais inovadores do Brasil em até 5 anos, criando empregos.

A construção da estrutura metálica sobre o prédio da Findes começou em 2007 e, além do restaurante, o local ainda seria centro cultural com biblioteca, elevador panorâmico, piano bar e auditório.

Em 2016, o Tribunal de Conta da União (TCU) determinou que a federação devolvesse R$ 12,8 milhões ao Serviço Social da Indústria (Sesi). O valor, segundo o TCU, não poderia ter sido aplicado no projeto, já que o Sesi tem como objetivo o atendimento a trabalhadores.

Para o TCU, a construção do restaurante foi de interesse exclusivo da Findes, o que não deveria ter ocorrido. Na decisão, porém, o TCU descartou qualquer indício de má-fé, classificando a situação como um equívoco. A devolução do dinheiro vem sendo realizada em parcelas.

A construção da estrutura metálica sobre o prédio da Findes começou em 2007 (Foto: Kadidja Fernandes / AT)
A construção da estrutura metálica sobre o prédio da Findes começou em 2007 (Foto: Kadidja Fernandes / AT)


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