Álvaro Dias

Álvaro Dias

Podemos
Cabo Daciolo

Cabo Daciolo

Patriota
Ciro Gomes

Ciro Gomes

PDT
Geraldo Alckmin

Geraldo Alckmin

PSDB
Guilherme Boulos

Guilherme Boulos

PSOL
Henrique Meirelles

Henrique Meirelles

MDB
Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro

PSL
João Amoêdo

João Amoêdo

Novo
João Goulart Filho

João G. Filho

PPL
José Maria Eymael

J. Maria Eymael

PSDC
Luis Inácio Lula da Silva

L. Inácio Lula

PT
Marina Silva

Marina Silva

Rede
Vera Lúcia

Vera Lúcia

PSTU

4% das intenções de voto

Última pesquisa Datafolha

Eleições 2018

Propaganda do PT apresenta Haddad e não faz referência à vice-candidatura


Haddad diz que ele e Lula seguem unidos na campanha (Foto: Reprodução / PT)
Haddad diz que ele e Lula seguem unidos na campanha (Foto: Reprodução / PT)

O propaganda eleitoral de rádio do PT nesta terça-feira (11) foi usada para apresentar o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que deve ser oficializado à tarde pelo partido como candidato à Presidência no lugar de Lula, barrado pelo TSE.

No programa, a chapa, até então apresentada como "É Lula, é Haddad", já não aparece e tão pouco é feita menção à Manuela D'Avilla (PC do B), que deve ser oficializada como vice de Haddad. Ao invés de nomear seus candidatos, o partido pede ao eleitor para "votar no 13, o voto do povo".

A mudança vem após o ministro do TSE Luís Roberto Barroso determinar que o PT não poderia usar o espaço da propaganda para defender a candidatura de Lula, a menção ao petista se limitou ao lamento de Haddad, que diz que o ex-presidente "ganharia em primeiro turno", mas insistem em barrar a candidatura, contrariando a ONU.

Haddad é apresentado no programa como o ex-ministro da educação do governo Lula, autor do ProUni, Fies e Sisu e que esteve a frente da pasta no período de expansão das universidades federais e escolas técnicas que proporcionaram que a filha do analfabeto se tornasse o diploma universitário".

A voz de Lula aparece para declarar que Haddad se tornou o ministro mais importante do país.

OUTROS CANDIDATOS

Após o ataque a faca em Minas Gerais, a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) usa seus segundos para entoar notas do hino nacional e dizer "agora vamos todos juntos". Já a propaganda de Geraldo Alckmin (PSDB) foca na experiência do político como gestor, com um jingle que repete "Geraldo tá pronto".

Nos dois blocos da propaganda, que antes fazia ataques diretos a Bolsonaro, Alckmin reforça a solidariedade ao candidato, mas diz que não é possível parar as propostas para o país por conta do que aconteceu.

Com o choro de um recém-nascido e com as falas de uma mulher grávida, a campanha apresenta o candidato como aquele que respeita as diferenças e que é capaz de pacificar o país. Assim como já fez na TV, o programa citou a atuação de Alckmin na negociação com o sequestrador da filha de Silvio Santos.

A candidata a vice-presidente na chapa, a senadora Ana Amélia, também aparece pedindo votos para o candidato "da cabeça e do coração".

Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT) focaram em promessas na área da educação. Ela prometeu investir na primeira infância e ele no ensino integral, criando estágio financiado pelo governo.