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Porto no Sul do Estado mais perto de virar realidade
Economia ES
Rafael Guzzo

Rafael Guzzo


Porto no Sul do Estado mais perto de virar realidade

 (Foto: )
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O grupo americano Edison Chouest já topa não se desfazer de seu projeto portuário em Itapemirim, o Porto de Gamboa, e seguir no negócio. 

A multinacional passou a admitir a possibilidade de atuar no investimento, como sócio minoritário, desde que o projeto seja transformado em um porto misto, com movimentação também de cargas gerais, como, por exemplo, em contêineres.

Inicialmente, o empreendimento seria uma base de apoio para a indústria petrolífera.

Para concluir o projeto, que já tem todas as licenças ambientais, a empresa investiu cerca de R$ 120 milhões. O maior desafio para viabilizar um porto é, segundo especialistas, o licenciamento ambiental, passo já dado pelo grupo. Ou seja, falta apenas começar as obras.

O diretor da Edison Chouest, Ricardo Chagas, revelou ao jornalista Rafael Guzzo, do blog ECONOMIA ES, que vai conversar com o governo do Estado para verificar a viabilidade de vender parte do negócio. Anteriormente, o grupo tinha como objetivo apenas a venda total do empreendimento, para recuperar os valores investidos:

“A empresa não tem interesse em fazer o porto sozinha, mas abriu a possibilidade de ter um parceiro com expertise na movimentação de cargas gerais. Já temos nosso terminal no (Porto de) Açu (no Norte do Rio). Ia ser em Itapemirim, mas na época o Ministério Público embargou nossa obra. Quando liberou, já havíamos optado por mudar o projeto para o Açu.”

Chineses

Envolvido desde o princípio nas conversas para atrair o investimento, o deputado estadual Theodorico Ferraço disse que já há um grupo interessado em atuar como parceiro da Edison Chouest. Segundo ele, são chineses com atuação em cargas gerais.

Ele disse que vai marcar uma audiência entre o governo do Estado e as empresas para viabilizar a volta do investimento.

Outra possibilidade citada por Ferraço é de uma conversa com Vale e Samarco para que seja utilizada a ferrovia EF-118, a ser construída, e uma parceria com o porto de Ubu, em Anchieta.

O deputado prevê a criação de dois mil empregos na região Sul do Estado só nas obras. O número de postos diretos não é contabilizado ao certo, mas ele diz que seriam “mais de 600”.

Um entrave para que o porto saísse do papel era a incerteza sobre a reforma da Previdência. Com a proposta aprovada, a previsão é de uma enxurrada de investimentos no País. Incluindo o Espírito Santo. 


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