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"Não vamos aceitar afronta contra policiais", declara secretário da Segurança após ataque em Vitória

| 25/03/2021 12:38 h

Após criminosos tentarem incendiar um ônibus no início da manhã desta quinta-feira (25) e trocarem tiros com a polícia na região de Jesus de Nazareth, em Vitória, o secretário de Estado da Segurança, coronel Alexandre Ramalho, disse que não vai aceitar “afronta contra policiais”.

Segundo a polícia, a ação foi uma retaliação após a morte de um suspeito durante uma troca de tiros entre criminosos e policiais da Força Tática do 1º Batalhão na noite de quarta-feira (24). Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Estadual de Urgência e Emergência (HEUE), mas não resistiu aos ferimentos.

A ocorrência aconteceu por volta das 23 horas. Com o suspeito foram apreendidos um revólver calibre 38, 90 pedras de crack, 40 pinos de cocaína, 26 buchas de maconha, 8 bolas de haxixe, 2 rádios comunicadores, além de munições e uma grande quantidade de dinheiro.

De acordo com o secretário, os militares faziam um patrulhamento de rotina quando se depararam com cinco indivíduos. Um deles atirou contra os policiais militares, dando início ao confronto armado.

Imagem ilustrativa da imagem "Não vamos aceitar afronta contra policiais", declara secretário da Segurança após ataque em Vitória

"Uma ação, que lamentavelmente, resultou na morte pelo confronto armado. Após a morte desse indivíduo, outros tentaram se manifestar contrários à ação da polícia tentando colocar fogo num ônibus aqui na avenida Beira Mar", afirmou Ramalho.

Em entrevista coletiva sobre o caso, o secretário destacou que “a ousadia deles chama a atenção há muito tempo. Estamos falando de criminosos menores ligados ao tráfico e já falamos de baixa escolaridade, que afrontam não só o Estado, mas a população. Nós não temos o remédio eficaz, que são as leis, para manter esses indivíduos nos seus devidos lugares”.

Ramalho enfatizou que “a mensagem é muito simples: a polícia chegou, é arma no chão e mão na cabeça. Todos os direitos deles serão preservados. Estamos falando de polícias legalistas. Serão encaminhados para a delegacia e depois responderão à Justiça”.

Segundo o secretário, o trabalho da polícia vai continuar na região. “Ocuparemos o morro nesta quinta”, completou.
 

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