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Plenário: Um espetáculo bizarro e caro
Plenário
Fabiana Tostes

Fabiana Tostes


Plenário: Um espetáculo bizarro e caro

Um espetáculo bizarro e caro

A decisão de prosseguir ou não com a denúncia contra o presidente Temer ficou em segundo plano ante o deplorável espetáculo que os nobres deputados federais proporcionaram ontem em rede nacional para seus eleitores. O pior é que não é a primeira vez e está longe de ser a última.

A sessão teve de tudo: xingamentos, ofensas, empurra-empurra, gritaria... Um vexame que, se fosse de graça, já não seria bonito, quanto mais custando o escasso dinheiro público.

Segundo levantamento da ONG Contas Abertas, o Congresso custa R$ 1,16 milhão por hora, somando todos os gastos com pessoal e estrutura. Separando só o custo para manter os deputados (salários, verbas de gabinete, cotas de passagens e outros), o gasto é de R$ 86 milhões/mês. Ou seja, só ontem, quando a Câmara parou por horas naquele show de horrores, foram queimados quase R$ 3 milhões. Não seria nada mal se a reforma política reduzisse o tamanho do Congresso. Se isso não diminuir os gastos, ao menos minimizaria a vergonha!


Capixabas do contra

Dos 10 deputados federais capixabas, oito (80%) votaram contra o relatório e a favor do prosseguimento das denúncias contra Temer.

Só Lelo Coimbra, que é o líder da maioria na Câmara, e Marcus Vicente, presidente do PP – partido fechou questão sobre o tema – votaram a favor de Temer. Evair de Melo, que guardou o voto até o final, foi contra.


Uma ajuda para a Ufes

O governador Paulo Hartung entrou em contato com o reitor da Ufes, Reinaldo Centoducatte, se prontificando a ajudar na interlocução em Brasília diante das dificuldades financeiras enfrentadas pela instituição.

O orçamento da Ufes deste ano teve redução de R$ 15 milhões com relação a 2015, o que compromete bolsas de estudos e projetos.


A vez dos não eleitos

E da série: “Perdi a eleição mas ganhei um cargo”, após a nomeação de Rogerinho Pinheiro, foi a vez do ex-vereador de Vitória Luisinho Coutinho ser nomeado na Assembleia.

Ele será supervisor pedagógico da Escola do Legislativo, comandada pela deputada Raquel Lessa, do seu partido (SD). Ele vai receber R$ 4.438,63 mais benefícios. Luisinho teve 2.693 votos e não foi reeleito na capital.


“Chega pra lá” no adversário

O prefeito de Guarapari, Edson Magalhães, deu um “chega pra lá” com o quadril em Gedson Merízio durante o Festival Esquina da Cultura no último final de semana.

Edson percorria o festival a pé quando se deparou com Merízio.

Não o cumprimentou e ainda quis derrubá-lo!


Polícia Federal em Itapemirim. De novo!

Agentes da Polícia Federal foram parar novamente na porta da Prefeitura de Itapemirim, ontem, para colher depoimentos de servidores. Segundo funcionários, foram feitos questionamentos sobre um suposto aparelho, instalado no gabinete do prefeito afastado Luciano Paiva, que teria como objetivo cortar o sinal de celulares e impedir gravações clandestinas. O aparelho foi encontrado quando Luciano foi afastado e a posse e o uso dele seriam ilegais.


Defesa cara

O deputado Wladimir Costa (SD-PA) – o mesmo que tatuou o nome de Temer no peito e transformou a sessão de ontem num show de horrores – foi beneficiado com R$ 7 milhões em emendas parlamentares.


Reforço no policiamento

O governo entrega nesta quarta-feira, em solenidade às 9h na Câmara de Cariacica, 40 radiopatrulhas da PM para o policiamento no município.


Bate-cabeça

O líder do PSDB na Câmara encaminhou voto a favor da denúncia contra Temer. Já o Instituto Teotônio Vilela, do partido, fez uma enfática defesa do Presidente. Vai entender...


Segurança em bancos

Virou lei em Viana projeto que obriga vigilância armada – 24h, todos os dias, até final de semana e feriado – nos bancos da cidade, que terão quatro meses para se adequarem.


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