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Perto da inoperância
Painel da Folha de São Paulo

Perto da inoperância

Dirigentes de partidos de centro relatam que a relação com o governo Jair Bolsonaro também desandou no Senado.

Os motivos são semelhantes aos que levaram líderes desse segmento na Câmara a ameaçar obstruir votações de propostas de interesse do Planalto: compromissos assumidos durante a negociação das mudanças na Previdência não foram honrados. A avaliação é a de que, este ano, o plenário aprecie a proposta que complementa a reforma, a chamada PEC paralela, e só.

Patente alta
O descontentamento atingiu o principal operador do Planalto na Casa, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Aliados do democrata dizem que ele já não nutre mais expectativas de mudanças na articulação política e que tem demonstrado irritação com a incapacidade do governo de cumprir o que promete.

De mais ninguém
A insatisfação já tem reflexos práticos. Indicações do governo para cargos em agências como Anatel e Anac estão paradas no Senado. Motivo: o Planalto havia prometido postos para aliados de senadores de centro e centro-direita, mas encaminhou outros nomes.

Serasa
Segundo um dirigente de partido, as siglas nem sequer têm sido avisadas de que suas indicações foram descartadas; descobrem pelo Diário Oficial. Há também ineficiência na liberação de recursos – as emendas que foram prometidas durante a tramitação da reforma da Previdência.

Na boca do sapo
As críticas mais pesadas são dirigidas ao responsável pela articulação política, o ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).

Mundos e fundos
Aliados de Ramos o defendem como podem. Dizem que, sob a gestão de Onyx Lorenzoni (Casa Civil), o Planalto prometeu muito mais do que podia entregar aos parlamentares.

Sem noção
O grupo de Ramos diz que, com o montante que foi negociado pelo time de Onyx – um total de R$ 40 milhões por parlamentar pagos em dois anos –, seria possível, em gestões anteriores, garantir uma base parlamentar por quatro anos.

Erro de principiante
Àquela altura, porém, a gestão Bolsonaro fez o acerto precificando só a votação da reforma, o que abriu brecha, inclusive, para novas negociações em cima de outros projetos importantes para o Planalto.

Ninguém solta...
Integrantes da cúpula do Congresso entraram em contato com aliados do presidente do Supremo, Dias Toffoli, para conhecer a versão do ministro sobre a decisão na qual tentou forçar a abertura da caixa-preta de relatórios produzidos e distribuídos pelo Coaf, órgão hoje rebatizado de UIF.

...a mão de ninguém
A avaliação é a de que o ministro acabou “dimensionando mal” o impacto de seu despacho. A ordem levou o Coaf a franquear o acesso do Supremo a dados de 600 mil contribuintes – entre eles a elite econômica e política do País – e houve forte reação. A ordem da cúpula do Legislativo é para não alimentar ataques a Toffoli.

Tem limite
A extensão da ordem do ministro foi definida após uma série de tentativas de obter informações mais específicas sobre os métodos do Coaf terem fracassado. Toffoli, pessoalmente, fez diversas reuniões para buscar dados.

Bivitelinos
Embora igualmente afetados pela ordem do presidente do STF, UIF (ex-Coaf) e Receita responderam de maneiras distintas.

Raio-X
Enquanto o primeiro se limitou a explicar genericamente como são encomendados relatórios de atividade financeira, o segundo forneceu estatísticas. Das representações fiscais para fins penais levantadas pela Receita desde 2016, só 3% teriam sido provocadas por procuradores.

Prévia
A ação em que a deputada Tabata Amaral (PDT-SP) pede para deixar seu partido mas manter o mandato alegando perseguição política dará aos integrantes do PSL que querem seguir Jair Bolsonaro rumo à sigla que ele quer criar uma ideia do ambiente que vão encontrar na Corte.

Prévia II
O caso de Tabata deveria ser julgado até 16 de novembro. Ela votou a favor da reforma da Previdência e foi suspensa pelo PDT de comissões e de atividades partidárias.

Tiroteio
A gafe da diplomacia russa que publicou foto de Michel Temer com Vladimir Putin, em vez de Jair Bolsonaro, reavivou uma memória de Beto Mansur (MDB-SP). Em 2017, no Brics, o russo confidenciou vontade de caçar na Amazônia, mas admitiu ter receio das cobras da região. Temer o acalmou. Disse que as serpentes dos trópicos não eram tão diferentes quanto as do país dele.

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