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Para Fábio Santos, atrasos e demissões influenciam em desempenho do Atlético-MG


Fábio Santos não tem dúvidas que o mau momento do Atlético-MG na temporada é reflexo da instabilidade nos bastidores. O lateral esquerdo aponta o atraso salarial e as trocas no comando técnico e na diretoria de futebol como fatores cruciais para a queda de rendimento do elenco.

O camisa 6 concedeu entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (6) na Cidade do Galo e, questionado sobre a oscilação do time no Brasileirão, citou as saídas de Thiago Larghi e Alexandre Gallo, substituídos por Levir Culpi e Marques, respectivamente, no fim do ano, além do atraso salarial de um mês como justificativas.

"Não sei te dizer em que medida influencia, qual a porcentagem, mas é óbvio que influencia. Quando você pega um trabalho mais organizado e consistente, a chance de dar certo em campo é muito maior. Se você pega um clube instável, com salário atrasado, mudança de treinador e de diretor, a chance de dar errado em campo é grande", disse.

O Atlético-MG vive seu pior jejum na temporada. A equipe não obtém um triunfo há cinco partidas -são quatro derrotas e um empate na sequência. A série negativa deixa a sexta colocação ameaçada pelo Santos, sétimo posicionado do Brasileiro.

"A responsabilidade é de todos: diretoria, jogadores, comissão técnica. Quando as coisas não acontecem, óbvio que não é só dentro de campo que tem problema. Óbvio que temos alguns problemas a serem resolvidos, mas é momento de se fechar quanto a isso, porque a gente tem um objetivo muito claro à nossa frente, e é nisso que vamos focar", comentou.