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[especial] - Pais ajudam filhos a descobrir talentos cada vez mais cedo

Pais ajudam filhos a descobrir talentos cada vez mais cedo

Lorrany Martins
Educação

Eles investem em cursos extras, como música, esportes, dança e idiomas, para potencializar as habilidades dos filhos

Com apenas 4 anos, Júlia Casotti já conhece a sensação de estar no palco para apresentação de balé e teatro e, ainda, fazer participação em filme nacional, junto com a irmã mais velha, a estudante Fernanda Casotti, 12, que também é atriz.

Os pais, a contadora Elaine Casotti, 42, e o engenheiro civil Fernando Nunes, 44, incentivaram as filhas com aulas extras e preparação para desenvolverem seus talentos.

Fernanda, que também começou as aulas extras com 4 anos, já participou de espetáculos de teatro, tem no currículo participação em filmes e aulas de Cinema e TV. Hoje, ela estuda sapateado, balé, hip-hop, canto e é atleta de alta performance na natação.

“Desde muito pequena Fernanda demonstrou interesse pelas artes. Até o momento em que só assistir não estava sendo suficiente para ela. Ela dizia que queria estar no palco. Da plateia, ela apontava para o palco e dizia 'eu quero fazer isso!'”, contou a mãe das meninas.

Já na família da estudante Mariana Agrizzi Abaurre, 14, as aulas extras de robótica não tinham muita pretensão, além de desenvolver as habilidades dela e do irmão Bruno Agrizzi Abaurre, 12. Mas, para a surpresa dos pais, os médicos Rovana Agrizzi, 46, e Orlando Abaurre, 54, a filha se identificou com a área e se destacou nas Olimpíadas de Robótica, com 11 anos.

“Incentivada pela Escola Monteiro, ela participou da Canguru de Matemática e conquistou o ouro. Foi então que tivemos certeza do talento dela”, disse a mãe.

De acordo com o diretor pedagógico do Centro Educacional Leonardo da Vinci, Mário Broetto, as atividades extracurriculares propiciam enriquecimento de habilidades, potencializam capacidades e ainda geram oportunidades de autoconhecimento.

Para a pedagoga e coordenadora pedagógica no Kumon, Bruna Duarte Vitorino, as atividades extracurriculares, dentro e fora da escola, são fundamentais para ampliar a formação da criança.

“O contato com variadas formas de aprendizagem e conhecimento é importante para que essa criança se torne um adulto mais crítico, participativo e enriquecido culturalmente. Ele amplia a visão de mundo do estudante”.

Pai lutador, filho goleiro

Lutador de kickboxing, Edson Venturatto, 41, sempre exigiu que o filho Rafael Colombo Miranda, 20, fizesse um esporte. No entanto, apesar de o filho ter hoje alta graduação na luta, ele sentiu que essa não era a vocação dele. Mas, decidiu investir no treinamento para o futebol, e descobriu que o filho tinha talento para ser goleiro.

Hoje, depois de treinamentos e ajuda de uma empresa especializada, Rafael foi convidado por seis universidades dos Estados Unidos para ganhar uma bolsa como atleta e cursar a faculdade fora do País. “Queria que ele lutasse, mas essa nunca foi a praia dele”, disse o pai.

Fábio Nunes/at

Prêmios com robótica

Desde criança o estudante Luiz Felipe Gama Di Grado, 17, é muito curioso. Os pais dele, a contadora Rilzamar Bauer Gama, 51, e o músico Alfredo Vannucci Di Grado, 65, sempre incentivaram ele e a irmã, a universitária Carolina Gama Di Grado, 19, a aprenderem cada vez mais e surpreenderam com o talento de cada um.

A filha mais velha faz faculdade de Cinema no Canadá, enquanto Luiz Felipe descobriu seu talento para robótica e programação e já ganhou medalhas em concursos na área, incentivado pelos seus pais.

Atividades

1 Música

Aprender a tocar um instrumento musical envolve os dois hemisférios do cérebro, pois trabalha a memória, a aprendizagem, a coordenação motora, atenção e o raciocínio, além de desenvolver o pensamento matemático.

A musicalização dos 3 aos 5 anos facilita o pensamento matemático. Aprender a tocar instrumentos é melhor a partir dos 7 anos, devido a leitura de partituras.

2 Teatro

Melhora a oralidade, timidez, ajuda a criar senso moral, desenvolve habilidades para falar em público. As aulas podem ajudar a conhecer o próprio corpo e utilizá-lo com maior expressão, ensina também a ter empatia.

O recomendado é a partir dos 10 anos, mas algumas crianças possuem tendência precoce e podem ser estimuladas mais cedo.

3 Dança

A dança, além de ser um exercício físico para a criança, ajuda na coordenação motora, no reflexo e a ter noção de espaço, melhor resistência corporal, equilíbrio e postura. Além disso, estimula a concentração, disciplina e foco.

O balé, que é o mais procurado, é indicado para crianças a partir dos 3 anos, com o objetivo principal de diversão e estimulação. Aos 7 anos já exige mais disciplina.

4 Robótica

Estimula a formação de estratégias, trabalho em equipe e liderança. Incentiva os alunos a se comunicarem em múltiplas plataformas, desenvolve a coordenação motora e o raciocínio lógico, colabora para entender questões acadêmicas nas áreas de Física e Matemática. É indicada, de forma regular, a partir dos 8 anos. Antes disso pode ser trabalhada de forma mais básica.

5 Lutas

Os esportes são sempre aconselhados para crianças. Nas lutas, eles conseguem diminuir a agressividade, ter mais disposição e sair e frente das telas. Aprende a lidar com falhas, frustrações e valores como ganhar e perder. Além disso, desenvolve foco, concentração, disciplina e paciência.

A iniciação motora e esportiva é a partir dos 4 anos. Mas, aos 6 anos a criança está mais apta a aprender as técnicas e ensinamentos.

6 Matemática

Ter contato com a matemática desde a infância estimula a visão analítica, o levantamento de hipóteses e a resolução de desafios. Além disso, aumenta a capacidade de raciocínio lógico, exercita os dois lados do cérebro, amplia a criatividade e a concentração.

Há programas de aulas extras para crianças a partir de 1 ano, de forma lúdica. O ideal é a partir da idade escolar.

7 Natação

Além de ajudar a melhorar o sistema imunológico e a saúde, a natação trabalha habilidades como flexibilidade, agilidade, resistência e força. Além disso, não é um esporte considerado de alto impacto, o que diminui as chances de lesões ou problemas a ele associados.

É indicada para qualquer idade, inclusive para bebês, que podem fazer aulas junto com os pais em alguns lugares.

8 Idiomas

Fazer aulas de línguas, além de preparar o filho para o mundo globalizado, melhora a memória, ativa a habilidade de multitarefa, amplia o vocabulário, treina habilidades sociais, atua na capacidade de leitura, tornando a área cerebral referente a ela mais ativa.

A partir dos 3 anos a criança já pode começar a fazer aulas. Até os 6 anos o estímulo é mais oral. Para estudo regular, a partir dos 7 ou 8 anos, há melhores resultados.

9 Esportes em grupo

Aulas de futebol, basquete, volêi e outros esportes em grupo, além de melhorar a saúde da criança e auxiliar a formular estratégias de trabalho em equipe, ajudam a desenvolver a coordenação motora, melhoram os reflexos e fortalecem o conceito de coletividade.

Aos 3 anos já é possível matricular a criança em uma escolinha de esportes para iniciar a atividade com um trabalho mais lúdico.

10 Escrita criativa

Esse tipo de atividade extra faz parte das aulas multidisciplinares. São aulas de Língua Portuguesa e leitura que desenvolvem a capacidade de interpretação de texto, melhoram a compreensão da língua, vocabulário, fluência na leitura e maior desenvolvimento na escrita. É indicada para crianças a partir da idade pré-escolar, em alfabetização.

Fonte: Especialistas consultados.

Facilidade para aprender Matemática

Os números sempre foram a paixão do aluno Fernando Pepes Morassi, 16, e desde muito cedo os pais dele, os empresários Edina Teresinha Morassi, 48, e Faustino Morassi Júnior, 47, já desconfiavam do seu talento e deram oportunidades para que ele fizesse atividades variadas como judô, Inglês e até intercâmbio fora do País, com a irmã mais velha, Isabella Pepes Morassi, 20.

“Fernando fez curso avançado de Matemática, ganhou medalhas em concursos de Astronomia, além de ter aprendido a tocar violão, teclado e baixo”, disse a mãe.

Ela acredita que a diversidade de atividades têm ajudado muito os filhos a descobrirem seus talentos, inclusive o mais novo, Eduardo Pepes Morassi, 8.

Divulgação

Luciana brites: oportunidades

Criatividade exige treinamento

O talento tem a ver com a facilidade de exercer uma atividade específica, muitas vezes confundido com a criatividade. De acordo com especialistas, a criatividade não é um dom e, para que apresente bons resultados, exige treinamento e novas experiências.

“A criatividade não é um talento, ou um dom, algo que algumas pessoas nascem e outras não. Existem diferentes níveis de expressar um pensamento criativo, mas todos nós nascemos com potencial para exercitar essa criatividade”, destacou a especialista em Educação do Instituto Ayrton Senna, Cynthia Sanches.

Ela explica que a ciência mostrou que há diferentes níveis de criatividade, mas todos têm de ser exercitados. “Hoje sabemos que a criatividade é uma competência e, como tal, é passível de ser desenvolvida. Para desenvolver, é preciso que haja oportunidade de aprendizagem em que a criança seja colocada em situações em que precise resolver problemas complexos e de múltiplas respostas”.

Para a neuropediatra Maíne Vidal Macedo, uma das formas de exercitar a criatividade das crianças é com atividades extracurriculares.

“Essas atividades são essenciais para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras e afetivas. À medida que ampliam a visão de mundo da criança, despertam a criatividade, o talento para outras atividades e melhoram a autoestima e socialização”.

Assim como a criatividade, o talento também deve ser treinado para o melhor desenvolvimento. De acordo com a psicopedagoga do Instituto NeuroSaber, Luciana Brites, para desenvolver talentos é preciso o máximo de experiências.

“São vivências, experiências musicais, visuais, onde os pais possam passar para os filhos vivências. Quando a gente fala em investir no desenvolvimento desse talento, atividade extra é uma opção, mas é mais do que isso, é o processo de vivenciar e observar o filho”.

Para Luciana, só é possível identificar e desenvolver talentos se estiver próximo da criança e der oportunidades para isso.

O pediatra e especialista em saúde infantil, Jovarci Motta, destaca ainda que a estimulação em casa é muito importante. “Incentiva a imaginação e a curiosidade”.

Acervo pessoal

Campeão de Enduro tem 12 anos

Luís Filipe Santana Pena, de 12 anos, tem uma moto adaptada para um esporte radical e já é campeão de Enduro. Os pais dele, Giovane Luís Pena, 40, e Aricia Zocca Santana, 35, descobriram cedo o talento do filho e investiram em treinamento e equipamento para que ele se desenvolvesse no esporte.

Já o talento da filha mais nova, Anna Clara Santana Pena, 6, é para as passarelas. Ela já fez cursos e está agenciada em São Paulo.

Acervo pessoal

No time de basquete do Flamengo

O jogador de basquete Pedro Nunes, 19, começou a fazer aulas de futsal, mas, para ajudar o irmão mais velho, Lucas Barros Nunes, 23, foi jogar basquete. Bastou uma aula para que os pais Cláudia Barros, 46, e Marcos Nunes, 48, e os treinadores observassem o talento dele.

“Com 13 anos ele foi para a Europa, um ano nos EUA e agora está no Flamengo. Também aprendeu várias línguas só de ouvido. Sempre foi muito dedicado”, disse a mãe.

DIVULGAÇÃO

Janaína Spolidorio: mudanças

Novos ambientes criam estímulos

Ambientes e turmas diferentes aumentam o aproveitamento das crianças nas aulas extracurriculares. Segundo a especialista em Educação Janaína Spolidorio, a mudança de ambiente e de colegas interfere positivamente e aumenta o estímulo, no caso de aulas extras.

“Atualmente, muitas escolas oferecem aulas extracurriculares. Mas, quando a criança faz atividades fora do ambiente em que ela está no dia a dia, é muito superior o aproveitamento”.

Especialista em Economia Criativa, Sandra Mara Selleste acredita que mudar de ambiente estimula o aprendizado porque traz novos elementos.

“A novidade é sempre um gatilho para desenvolver criatividade. Mas, a criança é muito lúdica, então, não precisa necessariamente mudar o ambiente, mas sim o roteiro do ambiente. Acrescentar elementos que façam com que os pequenos possam imaginar”.

Facebook

Maria Stella lembra que os alunos têm na escola as disciplinas eletivas

“Criança não pode ter agenda de executivo”

O alerta é da psicóloga Maria Stella Sampaio. Ela defende que crianças e jovens tenham tempo para fazer o que gostam

As atividades extras são formas de proporcionar experiência, estimular a criatividade e descobrir o talento de crianças e adolescentes. No entanto, é preciso tomar cuidado com o exagero, que pode ter o efeito contrário ao desejado pela família.

“Tenho muita preocupação com crianças e jovens de hoje em dia que têm uma agenda superocupada. Criança e adolescente não pode ter agenda de executivo”, destaca a psicóloga e orientadora vocacional, Maria Stella Sampaio.

Ela ressalta que os pais e tutores devem ter equilíbrio e escolher as atividades extras de acordo com o que a criança ou o adolescente tem dificuldade, para que ele possa desenvolver mais.

“Com a mudança na base curricular, os alunos têm na escola as disciplinas eletivas. Há casos em que, além do período escolar, esse jovem tem a agenda lotada. O que pode comprometer a iniciativa dele de fazer o que gosta”, disse.

Ela frisa que crianças e jovens também têm de ter tempo livre, porque é nesse momento que vai dar dicas para os pais e tutores do eles que gostam.

Apresentar ambientes e mundos diferentes para a criança é um terreno fértil para muitas descobertas. Mas, segundo a gerente pedagógica do Laboratório Inteligência de Vida (LIV), Joana London, é preciso ter cuidado com o esgotamento disso.

“Muitas habilidades e competências também surgem no tédio, no encontro com o 'nada'. A criatividade é um ótimo exemplo disso”, disse a especialista.

Para a pediatra Fernanda Caron Zuccolotto, as atividades extras têm benefícios, mas existe a preocupação com o hiperestímulo.

“A criança não tem tempo de ser criança. Tempo para descobrir novas coisas, de não fazer nada, ter o momento de tédio. Às vezes, ficam mais estressados com tantas tarefas.”

A educadora Jane Haddad explica que é nesse momento de não fazer nada que os pais vão poder observar que tipo de inteligência os filhos têm e procurar melhores formas de investir nelas.

“A inteligência hoje já não pode ser baseada apenas em QI e, sim, considerar novos modos de aprender. É importante que os pais possam observar o que as crianças gostam e ajudar nos seus talentos. Outras formas de inteligência que não são apenas cognitivas”.

A criança não tem tempo de ser criança. Tempo para descobrir novas coisas, de não fazer nada”

Fernanda Caron Zuccolotto, pediatra

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Linguística

Esse tipo de inteligência define as pessoas que têm uma habilidade especial para a comunicação. Se destacam ao ler, falar, escrever poemas, aprender idiomas e outros.

Lógico-matemática

A capacidade de resolução de problemas é muito chamativa. São as pessoas que se dão bem em resolver mistérios ou quebra-cabeças, realizar exercícios de lógica, contar ou fazer cálculos, e outras tarefas.

Visual-espacial

É associada ao raciocínio a partir de um posicionamento ou de uma estrutura. São aquelas pessoas que se destacam em desenhar, jogar videogames, construir modelos 3D, e outras.

Musical

Habilidades para o aprendizado de diferentes sons, o que pode ser traduzido posteriormente em uma grande capacidade para cantar, tocar instrumentos, compor canções, seguir ou marcar ritmos.

Corporal

Ter pleno controle dos movimentos corporais pode ser uma inteligência atribuída a atletas e bailarinos. Mas, ela também se aplica a pessoas com firmeza e perícia nos movimentos.

Intrapessoal

Normalmente, é percebida em conjunto com outras inteligências. Está ligada ao reconhecimento de seus potenciais e limitações, dos seus sonhos e desejos.

Interpessoal

É o domínio da comunicação e das relações com outros indivíduos. A criança que possui essa habilidade mais desenvolvida tem mais empatia e simpatia.

Inteligência naturalista

Típica daqueles que têm uma forte ligação com a natureza e uma habilidade incomum para identificar elementos do mundo natural.

Inteligência existencial

O questionamento do seu real propósito. Relacionada com a fé e as crenças, e o entendimento das motivações pessoais e das que poderão mobilizar um grupo.

Elementos de aprendizagem

As habilidades do ser humano são dinâmicas e criam novas competências conforme se desenvolvem. Há elementos de aprendizagem que favorecem essa capacidade.

1 Estimulação

Propicia conexões neurais e, portanto, potencializa a aprendizagem.

2 Respeito ao ritmo

É preciso evitar a superestimulação. Não se deve exigir de alguém algo para o qual ela não está preparada.

3 Consideração emocional

A emoção também faz parte do ser humano. Emoções positivas favorecem a aprendizagem.

4 Autonomia

Desde cedo é importante que a criança se sinta capaz de aprender. Motive despertando a curiosidade e a vontade para aprender.

Fonte: Especialistas consultados.

Vagas para aulas de graça

Prefeituras da Grande Vitória e projetos do governo do Estado oferecem aulas extras de graça para crianças e adolescentes que querem desenvolver ou descobrir seus talentos.

Para os estudantes da rede estadual, por exemplo, há oportunidades nas aulas eletivas das escolas de tempo integral.

Para quem gosta de música, uma parceria da Secretaria de Estado da Educação (Sedu) com a Faculdade de Música do Espírito Santo (Fames), o Música na Rede, oferece aulas gratuitas. As inscrições acontecem no início do ano letivo e ficam abertas ao longo do ano.

Em Vitória, além das aulas eletivas oferecidas aos alunos da rede, a prefeitura oferece oficina de danças pelo projeto Circuito Cultural e pela Fafi.

Em Cariacica, as inscrições estão abertas para modalidades como futebol, vôlei, ente outros. As inscrições podem ser pelo site da prefeitura, ou pessoalmente no Estação Cidadania Esporte-Cariacica, em Nova Brasília.

Onde fazer

Fames e Sedu

Além das aulas eletivas nas escolas de tempo integral, o Estado oferece o projeto Música na Rede, com oportunidade para os alunos da rede estadual estudarem música e instrumentos. As inscrições acontecem no início do ano letivo, mas ficam abertas ao longo do ano.

Informações:

www.musicanarede.fames.es.gov.br

Vitória

A prefeitura oferece várias alternativas de aulas extras para os alunos da rede municipal. Além disso, a prefeitura oferece vagas para aulas de balé, jazz, e outras aulas no Circuito Cultural e na Fafi. As inscrições acontecem todo início de semestre.

Informações:

https://vixcursos.vitoria.es.gov.br/

Vila Velha

Alunos da rede municipal têm oportunidade de aulas extras de esportes, robótica, música entre outros.

Informações:

Na secretaria da escola

Cariacica

Há vagas para várias modalidades na Estação Cidadania Esporte-Cariacica.

Informações:

https://www.cariacica.es.gov.br/secretaria/49#! ou presencialmente.

Serra

O Programa Adolescente Cidadão (PAC) no Cras/CAI Jardim Carapina/Boa Vista oferece oficina de futebol e teatro e está com inscrição aberta. Além de atividades nas escolas EMEF Dom Helder (Jacaraípe), EMEF Feu Rosa e Emef Manoel Carlos de Miranda.

Fonte: Instituições consultadas.

Publicado em 15 de março de 2020

Reportagem: Lorrany Martins

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