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O medo de ter câncer
Doutor João Responde

O medo de ter câncer

Carcinofobia – ou medo de câncer – é um temor que aflige grande quantidade de pessoas. Na maioria dos casos, esse medo é racional. Mas em pessoas com preocupação extrema, a condição pode gerar pânico e afetar a saúde, levando-as a procurar médicos continuamente para garantir que tudo está bem com seu organismo.

O simples pensamento sobre a doença pode gerar ansiedade e ataque de pânico, acompanhados por sintomas físicos, como tremor, sudorese, taquicardia, vertigens desmaios, etc.

Ideias de morte, perda do controle e incapacidade de distinguir entre o real e o imaginário pioram o quadro sintomático.

O câncer é caracterizado pelo crescimento desordenado de células, provocando invasão de tecidos e órgãos adjacentes.

A disseminação de células cancerosas pelo organismo, pelos vasos sanguíneos e linfáticos, é denominada metástase.

Cânceres também são chamados de tumores malignos. Como o corpo possui grande número de células diferenciadas, o tipo de câncer dependerá dessa condição.

Assim, cânceres de pele são aqueles localizados nessa região.

Os tumores que se iniciam em músculos são denominados sarcomas, dentre outros exemplos.

O câncer provoca alterações no DNA da célula, gerando interferências na regulação de seu crescimento.

Como, geralmente, as células cancerígenas são menos especializadas, seu crescimento faz com que os tecidos afetados percam suas funções, conferindo graves problemas ao paciente, inclusive sua morte.

Apesar disso, muitos cânceres podem ser curados; principalmente quando diagnosticados precocemente.

Células saudáveis crescem e morrem quando o organismo não precisa mais delas.

O câncer ocorre quando o aumento de células está fora de controle, se dividindo rapidamente. Algumas células cancerosas “se esquecem de morrer”.

Carcinogênese é um processo altamente complexo do qual participam fatores de risco herdados e ambientais, como a alimentação, o tabagismo, a ocupação e a exposição à radiação e agentes químicos.

Ocorrendo de forma lenta, uma célula cancerosa pode levar vários anos para proliferar e dar origem a um tumor visível.

Exposição às radiações e a produtos químicos, viroses, tabagismo, alcoolismo, dietas inadequadas e sedentarismo, são alguns dos fatores externos que contribuem para o aparecimento de cânceres.

Como fatores externos, lembramos o comprometimento do sistema imunológico, a predisposição genética e alterações hormonais.

Prevenção é sempre importante para evitar doenças. Em se tratando de cânceres, ela se torna imperiosa.

Um tumor em qualquer região do corpo costuma produzir sintomas genéricos, como perda de peso sem fazer dieta, cansaço contínuo, tosse persistente, febre intermitente, sangramentos, presença de gânglios, manchas na pele ou dor que não melhora.

Entretanto, para obtenção de diagnóstico correto, é preciso fazer uma série de exames visando descartar outras hipóteses.

Alguns exames, como CEA, CA125, endoscopia, colonoscopia, tomografia e ressonância magnética, são úteis para rastrear a presença de tumores.

Quase sempre, o câncer é diagnosticado quando o indivíduo apresenta sintomas bem específicos, que podem surgir de uma hora para outra, sem explicação, ou como uma consequência de uma enfermidade que não foi corretamente debelada.

Câncer descoberto em fase inicial aumenta as chances de cura do paciente.

Prevenir o câncer é eliminar as condições específicas que podem desencadeá-lo, através de atitudes de eficácia comprovada.

Parte da prevenção encontra-se dentro do próprio indivíduo, onde devem morar a esperança e a coragem, esses tônicos que fortalecem seu estado de saúde. Quanto mais da doença se conhece, menos dela se teme.
 


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