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O futebol agradece!
Papo do Dias
Flávio Dias

Flávio Dias


O futebol agradece!

Yony dança com Pedro após fazer o gol da vitória histórica (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)
Yony dança com Pedro após fazer o gol da vitória histórica (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)
O jogo entre Grêmio e Fluminense já se mostrou histórico nos primeiros 21minutos, quando o tricolor gaúcho abriu 3 a 0 com extrema facilidade e ensaiou uma goleada acachapante. Terminou épico, com a vitória de virada do Flu por 5 a 4! O futebol agradece.

O futebol brasileiro sempre foi avaliado por resultados. Ganhou? Então está tudo bem. Perdeu? Manda o técnico embora e reformula o elenco na temporada seguinte. Uma das consequências é a mesmice da maioria dos times, que desistem de ousar e preferem o tal do jogo “reativo” – ou seria enjoativo?. É mais fácil se fechar na defesa e jogar por uma bola do que construir o jogo e tentar vencer jogando bem.

Mas alguma mudança começa a acontecer. E vem do torcedor! Já há, por exemplo, palmeirenses torcendo o nariz para o estilo Felipão do time, que foi o último campeão brasileiro e está de novo entre os favoritos aos títulos do Brasileirão e da Libertadores. No Flamengo, Abel balança não pelos resultados, mas pela falta de performance (para usar a palavra da moda entre os professores/treinadores) da equipe rubro-negra que já foi campeã carioca este ano e está a um empate das oitavas de final da Libertadores.

Então, temos o Grêmio do Renato Gaúcho, o Santos do Sampaoli e o Fluminense do Fernando Diniz buscando algo diferente. Que nada mais é do que gostar da bola, querer ficar com ela e tratá-la com carinho. Futebol brasileiro na veia.

Os três times citados acima são irregulares. O Grêmio já conseguiu seus resultados nos anos anteriores, mas tem sofrido numa fase de transição após as conquistas. O novo time, com Everton de protagonista e Luan no banco, ainda não encaixou de vez. Mas joga bola e busca o gol. O terceiro gol no jogo contra o Flu é uma pintura!

Santos e Fluminense começaram só neste ano a buscar a nova forma de jogar. O Peixe tem a vantagem de contar com elenco de mais qualidade. O Flu tem menos opções e, por isso, tem de entender que só será competitivo se aliar o estilo de jogo à fome de disputar cada bola como se fosse a última.

Teimosia

Fernando Diniz também tem as suas teimosias (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)
Fernando Diniz também tem as suas teimosias (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)
Todo técnico sofre do “mal do teimoso”. Tem sempre aquele jogador que a torcida não suporta, a crítica ataca, mas o treinador banca a permanência na equipe. No Flu de hoje, é o Bruno Silva.

Fernando Diniz foi teimoso ao iniciar o jogo contra o Grêmio novamente com três volantes, formação que não deu certo nas três derrotas seguidas da equipe (Santa Cruz, Goiás e Santos). Pior: mesmo com três volantes, o time virou uma peneira e sofreu gols de tudo que é jeito.

Mas ele cedeu um pouco em sua teimosia e acertou a equipe no intervalo. Não tirou o “intocável” Bruno Silva, mas sacou um volante (Airton) e o trocou por um meia (Danielzinho). Nomes à parte, devolveu ao Flu o equilíbrio que estava faltando. Deu certo. O time jogou um ótimo segundo tempo. Mesmo que não tivesse virado o jogo (lembra da avaliação por resultados?).

Que pena!

Pedro voltou, mas não deve ficar até o fim do ano (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)
Pedro voltou, mas não deve ficar até o fim do ano (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)
Everton e Pedro eram os dois fora de série em campo na Arena do Grêmio. Duvido que terminem o ano no futebol brasileiro. Que pena...
 


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