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O fator Galhardo
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

Gilmar Ferreira


O fator Galhardo

Sei que o futebol exige respeito entre os competidores; que o jogo é disputado nas quatro linhas; e que não há favorito no confronto entre dois grandes clubes. Mas, seja lá qual for o clichê que se use, há neste play-off entre Grêmio e Flamengo pelas semifinais da Copa Libertadores uma verdade irrefutável: jogador por jogador, o time de Jorge Jesus é melhor do que o de Renato Gaúcho.

Por isso, a tendência é que o clube carioca leve a melhor neste duelo de 180 minutos e faça a final do torneio sul-americano contra o vencedor da disputa entre os argentinos River Plate e Boca Juniors.

A linha de defesa que Renato Gaúcho leva a campo esta noite para a primeira parte do duelo, sem Leonardo Gomes e Geromel, não é a que sofreu apenas seis gols em 10 partidas do torneio. E isso não passa despercebido por mim.

Tecnicamente, a formação para o jogo na Arena, com Paulo Victor, Rafael Galhardo, David Braz, Kannemann e Bruno Cortez, é a parte frágil da equipe gaúcha que desequilibra em favor do Flamengo de Éverton Ribeiro, Arrascaeta, Bruno Henrique e Gabriel Barbosa.

E o jeito comedido do próprio Renato em sua última coletiva, elogiando o elenco adversário, me faz crer que ele enxergou o óbvio.

Jorge Jesus não mudará o jeito de o Flamengo jogar. Podem ter certeza de que o português vai subir as duas linhas de quatro e forçar o erro na saída de bola do Grêmio. Até porque Rafael Galhardo, afastado do time do Vasco em 2018 por deficiência técnica, não tem qualidade para acompanhar a constante troca de posições no ataque rubro-negro, onde laterais, volantes, meias e atacantes se revezam na ocupação dos espaços.

A estratégia defensiva de Renato terá de estar muito bem afiada para que a fase ofensiva do time possa fazer a diferença e equilibrar o duelo. E essa é a sua única chance.

Nas duas semifinais de Libertadores disputadas pelo Grêmio sob o comando de Renato — em 2017, contra o Barcelona de Guayaquil; e em 2018, contra o River Plate —, a equipe venceu a primeira partida, fora, e perdeu a segunda, em casa.

E, na última, deixou escapar a vaga na final justamente por conta de desfalques na defesa.
O Flamengo de Jorge Jesus, em condições normais de temperatura e pressão, terá a chance de mostrar já neste jogo que não há comparação entre os dois times.

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