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O bom cabrito
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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O bom cabrito

No primeiro mês de sua gestão à frente do Flamengo, o presidente Rodolfo Landim ouviu de Rogério Caboclo, presidente da CBF, um conselho que lhe serviu como senha.

“Não vá fazer como seu antecessor (Eduardo Bandeira), que aqui, a portas fechadas, dizia estar tudo bem e, quando chegava lá fora 'baixava o cacete' na entidade”, advertiu, em visita formal de Landim à sede da entidade, intermediada por Fernando Sarney, rubro-negro, vice da CBF, representante da Conmebol no Conselho da Fifa, amigo de longa data.

Também participou do encontro o atual vice-presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, o BAP.

A queixa de Caboclo fazia certo sentido. Bandeira de Mello, que presidiu o clube entre 2013 e 2018, teve mais baixos do que altos na relação com a entidade à época presidida por Marco Polo del Nero.

Criticava o modelo de governança, principalmente com relação às arbitragens, liderou o projeto de criação da Primeira Liga e, depois de ser convidado a chefiar a delegação da Seleção na Copa América de 2016, nos Estados Unidos, vetou a liberação de Vinicius Júnior para o Mundial Sub-17, na Índia, em 2017. Rusga que, nos bastidores da política do esporte, custou caro não só ao Flamengo, como ao próprio Bandeira.

A aproximação entre Landim e Caboclo rendeu desdobramentos amigáveis em diversos conflitos, dentre os quais o impasse na cessão do Maracanã no prazo que o Comitê Organizador da última Copa América (COL) necessitava, e no preço acertado com o governo do estado antes de o clube assumir o controle administração do estádio.

O “consórcio” Fla-Flu refez todos os contratos com terceiros e, na vez do COL (gerido pela parceria Conmebol/CBF), o “caldo quase entornou”. Foi preciso Landim e Caboclo fazerem valer o pacto do primeiro encontro. Cede daqui, libera dali, e tudo ficou bem.

Conto essa história porque, pelo que pude depreender da entrevista coletiva dos caciques do departamento de seleções da CBF, na sexta-feira, não é justo que se direcione as críticas apenas ao treinador.

Tite poderia ter evitado desgaste de imagem na convocação para os amistosos de outubro, mas ficou claro para mim que tudo fora feito sob costura política.

O contrato firmado com a Pitch, empresa que comercializa os jogos da Seleção desde 2012, vai até 2022. Caboclo pediu voto de confiança para seu primeiro ano de gestão, prometendo um 2020 melhor. Até lá, valerá o dito popular: “o bom cabrito não berra”...

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