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Novo método para aferir feminicídio
Plenário
Fabiana Tostes

Fabiana Tostes


Novo método para aferir feminicídio

O governo do Estado vai mudar a metodologia para aferir o índice de feminicídio no Espírito Santo. Com a mudança, que já começa neste mês, os assassinatos de mulheres só contarão como feminicídios após a conclusão do inquérito. Hoje, os dados são contados levando-se em conta informações iniciais.

Com isso, o número de feminicídios – que é o assassinato de mulheres por sua condição de gênero, na maioria das vezes, em cenários de violência doméstica – registrado neste ano, 18 casos, pode cair para 12, segundo o secretário de Planejamento, Álvaro Duboc. Nessa quarta (12), na reunião mensal sobre o Estado Presente, ele anunciou a nova metodologia para as estatísticas.

“O que acontece é que estávamos registrando como feminicídio sem concluir o inquérito. Até o mês de maio foram registrados, então, 12 feminicídios e seis casos de assassinatos de mulheres ainda estão em apuração. Em 2018, foram 13 feminicídios.”

Ponto fora da curva
O índice de feminicídio era, até então, o único ponto fora da curva na trajetória de redução de homicídios no Estado. De janeiro a maio deste ano, foram 440 homicídios contra 510 no mesmo período de 2018, uma redução de 13,7%. Já o feminicídio subiu de 13 para 18 (aumento de 38%). Se mudar para 12 casos, a redução será de 7,7%, em comparação com 2018.

Tapa de luva
A deputada Iriny Lopes votou favorável ao projeto do deputado Marcos Mansur de considerar a Escola Bíblica Dominical – programação das igrejas evangélicas – patrimônio imaterial do Estado, nessa quarta, na Assembleia. Mansur foi um dos oito deputados que assinaram requerimento para impedir a homenagem de Iriny a Jean Wyllys e Stédile, do MST.

Promessa a Santo Antônio
Tem tucano fazendo promessa ao santo casamenteiro para que o deputado Lorenzo Pazolini, que está sem partido, suba ao altar e se case com o PSDB. Se ele for, a preferência deve ser dele para disputar a Prefeitura de Vitória. Mas Pazolini tem estado muito mais próximo e alinhado com os colegas do PSL.

Exame pago pelo SUS
A deputada federal Lauriete Rodrigues vai propor uma emenda ao projeto de lei enviado por Bolsonaro que desobriga motoristas de ônibus e caminhões a fazerem exames toxicológicos na renovação da CNH. A proposta é manter o exame, mas agora custeado pelo SUS, e não pelo motorista.
A proposta vem dois dias após mais uma tragédia na BR-101, envolvendo uma carreta, e a morte de três pessoas.

“Tudo na política tem o tempo certo de acontecer”
Uma semana após reunir pré-candidatos a prefeito de Vitória num café da manhã, o presidente da Câmara da capital, Cleber Felix, se encontrou, nessa quarta, com o deputado Fabrício Gandini, o único que não foi convidado para o café. Os dois se reuniram no gabinete de Gandini e debateram, entre outras coisas, sobre as eleições. Questionado o que mudou da semana passada para cá, Cleber foi enigmático: “Tudo na política tem o tempo certo de acontecer”.

Galeria

Violência contra a mulher
A violência contra a mulher no Estado será pauta de uma audiência pública da Procuradoria da Mulher nesta quinta-feira (13), às 14h, na Assembleia. “Vamos discutir ações e responsabilidades para conter essa violência”, disse a deputada Janete de Sá.

Seminário chegando
A Fucape promove o seminário “Desenvolvimento Social e Cidadania” – nesta quinta, às 8h30 –, com os palestrantes: Murilo Cavalcanti, que é secretário de Segurança Urbana de Recife; Ricardo Dutra, analista de Políticas Sociais do Ministério da Cidadania e o ex-candidato ao governo, Aridelmo Teixeira.

Votação na CCJ
E no primeiro embate de Marcos do Val (PPS) x Fabiano Contarato (Rede), o redista levou a melhor.

Língua afiada
“Está tudo como dantes no quartel de Abrantes”. Do deputado Sergio Majeski ao criticar as “votações atropeladas” na Assembleia.

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