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Novo filme na onda do terror


É curioso ou triste ou estranho, como vocês quiserem. Mas acho esquisito que praticamente todos os filmes americanos recentes tenham tido bilheterias muito fracas ou decepcionantes. Mas o terror continua sobrevivendo. Mesmo quando a equipe e o elenco são desconhecidos.

Cena de “O Chamado do Mal” (Foto: Reprodução/Filme/O Chamado do Mal)
Cena de “O Chamado do Mal” (Foto: Reprodução/Filme/O Chamado do Mal)
“O Chamado do Mal” tem como diretor Michael Winnick, roteirista e realizador, que também dirigiu “Dublê do Medo”, de 2001, “A Sombra”, de 2007, e “Tiros, Garotas e Trapaças”, 2012. Com razoável dose de nudez feminina, 3 milhões de dólares de suposto orçamento, foi rodado no Mississipi.

Basicamente, é sobre um jovem professor universitário de Matemática que, com sua mulher grávida, se muda para uma casa da faculdade. Então, recebe um presente, oferecido por uma hippie, que é irmã mais nova da heroína. Vem uma caixa da fertilidade, que não consegue ser aberta. Até que a esposa comete o erro de fazer isso.

O marido conhece o chefe do departamento nessa nova escola, que é um sujeito misterioso, cego, que tem interesse em temas paranormais. Mas a situação piora quando uma criatura se atrai pelo bebê do casal.

Não espere muito: o filme é abaixo de qualquer crítica, apesar de alguns truques, que envolvem uma pintura. Mas nada que chegue aos pés de “O Iluminado”, “Horror de Amityville” ou “O Exorcista”. O único ator mais conhecido é veterano Delroy Lindo, que faz o Dr. Clark, ao menos com certo humor e carisma. Eu, por mim, não arriscaria.