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Navio se deteriora em porto
Qual a Bronca?

Navio se deteriora em porto

Navio ancorado em terminal, por determinação da Justiça e  que está se deteriorando com o tempo (Foto: Kadidja Fernandes)
Navio ancorado em terminal, por determinação da Justiça e que está se deteriorando com o tempo (Foto: Kadidja Fernandes)

“Nada mudou na situação do navio Iron Trader, ancorado na baía de Vitória, denunciado há um ano nesta coluna”, reclama o maritimo Antonio Rodrigues Mafort, que reside no bairro Porto de Santana, em Cariacica. Mas, segundo Antônio, as condições são desfavoráveis, uma vez que, provavelmente, a embarcação não possa mais ser recuperada para a navegação, devido o desgaste.

“O navio continua ocupando uma área marítima, comercialmente muito valorizada e viável para investimentos, sem nenhum retorno para o Estado”.

O marítimo quer saber quando a Codesa pretende tomar providências para retirar o navio do local.

Antônio lamenta a demora na solução do problema  porque o navio está se deteriora e talvez não volte a navegar
Antônio lamenta a demora na solução do problema porque o navio está se deteriora e talvez não volte a navegar
Respostas

A Codesa esclarece que o navio Iron Trader atracou no berço 201, no Cais de Capuaba, em 14 de janeiro de 2015, vindo da costa da África.

A embarcação estava desassistida de representação no porto e do próprio armador, e não recebia óleo combustível, água potável, assistência médica e alimentação para os nove tripulantes também sem salários.

Quinze dias depois, foi transferido para o berço 902, no Terminal de Granel Líquido (TGL), em São Torquato, onde se encontra até os dias de hoje. A dívida da empresa Iron Group Inc. Turquia, só com a Codesa, já ultrapassa mais de R$ 1 milhão, referente a tarifas portuarias.

Em maio, do mesmo ano, a Justiça determinou o arresto da embarcação para garantir o pagamento de direitos trabalhistas aos tripulantes. A Codesa e a fiel depositária do navio até que a questão seja resolvida. Os nove tripulantes deixaram o país há mais de dois anos.


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