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Mistério na morte de capixaba de 26 anos nos EUA


Abaladas, Laise e Zélia mostram a foto de Robson Sabbadini. (Foto: Beto Morais/Arquivo AT 04/12/18)
Abaladas, Laise e Zélia mostram a foto de Robson Sabbadini. (Foto: Beto Morais/Arquivo AT 04/12/18)
Um capixaba de 26 anos morreu na última quinta-feira, dia 29, em New Jersey, nos Estados Unidos, onde morava há 11 anos. A causa da morte de Robson Sabbadini, que trabalhava como vendedor em uma loja de roupas, ainda é desconhecida pela família.

O vendedor foi encontrado desacordado pelo seu irmão gêmeo, Robert Sabbadini, 26, no chão do banheiro do apartamento onde moravam, por volta das 16h05 do último dia 29 (19h05 no Brasil), quando chegou do trabalho, de acordo com a irmã deles, a autônoma Laise Firme Sabbadini, 30.

Segundo Laise, Robson chegou a ser socorrido pelo irmão, que chamou a ambulância, mas quando os paramédicos chegaram, indicaram que ele, possivelmente, teria sofrido uma parada cardíaca. O laudo oficial indicando a causa da morte ainda não foi liberado.

Ainda de acordo com Laise, os dois irmãos tinham o Green Card (cartão de residência permanente dos Estados Unidos) e trabalhavam no local. Inclusive, Robson foi encontrado pelo irmão arrumado para ir trabalhar.

Laise contou que o irmão era casado, mas estava afastado da mulher, e fazia tratamento contra depressão. Robson era considerado pela família e amigos uma pessoa bondosa e tranquila.

“Fiquei sem reação quando o Robert me ligou para avisar sobre a morte do Robson. Toda a família está muito abalada. A gente não se via há dois anos, desde a última visita dele ao Brasil. Minha mãe está arrasada”, comentou.

Uma tia de Robson, Zélia Firme, 57, contou que tem muitas recordações do sobrinho e que ele deixará saudades.

Após saber da morte do filho, Luzia Mendonça Firme, 50, que mora em Sooretama, se deslocou para Vitória, onde permanece na companhia de familiares, enquanto o pai do jovem, José Roque Sabbadini da Silva, 59, viajou para os Estados Unidos no último domingo.

O corpo do capixaba está no departamento médico legal de New Jersey, onde espera liberação. Com o objetivo de arcar com as despesas do translado do corpo, familiares e amigos criaram uma página para receber doações. A quantia solicitada para custear o deslocamento do corpo até o Brasil é de R$ 15 mil.

Até o fechamento desta reportagem, o site havia arrecadado o valor de R$ 1.320 em doações.