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Minhas impressões: Copa América
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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Minhas impressões: Copa América

A conquista da Copa América devolve um pouco da autoestima e tira um sobrepeso das costas do novo presidente da CBF, Rogério Caboclo. Mas a dúvida agora é saber se a Seleção seguirá nas mãos de Tite ou se aproveitará o marco para iniciar um novo ciclo. Apesar do bom retrospecto, existe certo desgaste na imagem do treinador, que tem proposta milionária para duas temporadas no futebol chinês.

O próprio Tite sabe disso, mas está em bola dividida: o coração quer ficar, mas a cabeça quer sair.

Nível

O futebol que a Seleção joga hoje ainda está abaixo do nível apresentado pelas grandes forças europeias.

Mas melhorou em comparação ao estágio em que se encontrava quando Tite fez o primeiro jogo, em setembro de 2016.

Mesmo assim, no inconsciente coletivo brasileiro, as atuações do time numa Copa América de nível técnico ruim deixaram a impressão de que, para avançar, é necessária uma nova troca no comando.
O problema é que não existe um nome de consenso como era o de Tite há três anos.

Troca de treinador

E este é justamente o ponto que exige de todos um pouco mais de reflexão e equilíbrio.

Antes e depois da vitória sobre o Peru, que valeu o título da Copa América, vi e ouvi gente no Maracanã “defendendo” a troca, por dois motivos: primeiro, pelo jeito empolado das falas de Tite nas entrevistas. O outro, pelo jogo pragmático que impõe ao time em busca de um resultado que fortaleça o seu trabalho.

A fala rebuscada não me afeta. E se o pragmatismo trouxer mais eficiência e vier acompanhado de vitórias, não me incomoda.

Futebol sul-americano

O futebol solidário e competitivo que o Peru vem mostrando em torneios e eliminatórias da Copa do Mundo está mais relacionado aos cinco anos de Ricardo Gareca à frente do time do que à qualidade dos jogadores.

Assim como os 13 anos que marcam a recuperação do prestígio da seleção uruguaia diante das principais forças do continente.

Em contrapartida, vejo uma Argentina perdida, com a imagem de sua seleção cada vez mais arranhada, justo por não ter uma sequência de trabalho, com filosofia e conceito.

Trabalho da Seleção

Não acho que o trabalho de Tite seja um primor, imune à críticas. Pelo contrário: acho necessária a montagem de nova estrutura na comissão técnica, menos afetada pela “europeização” do futebol brasileiro e mais voltada para o que se produz no País.

Mas vejo que o melhor para a Seleção Brasileira, no momento, é a permanência do treinador, com ajustes sobre o que vem sendo feito. Começar do zero soaria mais como passo atrás do que como salto à frente.

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