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Minhas impressões
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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Minhas impressões

Em sua coletiva pós-jogo, o técnico do Cruzeiro, Rogério Ceni, confessou que é muito difícil tirar a bola dos pés dos jogadores do Flamengo.

E tal declaração já me soou como a síntese deste returno do Brasileiro: quem vai tirar a bola dos pés do qualificado conjunto treinado por Jorge Jesus? Renato, Vanderlei, Mano Menezes, Felipão, Sampaoli... nenhum dos times dirigidos pelos mais badalados treinadores conseguiu, até agora, decifrar o código do jogo rubro-negro.

Cruzeiro 1 x 2 Flamengo

Os três últimos jogos do time de Jorge Jesus, independentemente dos placares, trouxeram um incômodo desconforto defensivo. Aliás, já nos 3 a 0 sobre o Avaí, o próprio técnico alertava para os cochilos na ocupação de espaços que permitiram ao lanterna do Brasileiro oito finalizações. Cenário que se repetiu tanto no 1 a 0 sobre o Santos, quanto nesta vitória no Mineirão. Mas a força ofensiva do Flamengo não tem só intensidade. A notória qualidade do elenco faz do time um oponente, de fato, muito difícil de ser batido.

Botafogo 1 x 2 São Paulo

O gol de Pablo, já nos acréscimos, foi golpe duro demais para um time que fez boa partida diante de um São Paulo bem mais qualificado. Mesmo sem Alex Santana e Diego Souza, o que já reduz o ímpeto da equipe, Eduardo Barroca tentou fazer valer o mando de campo e esteve perto de conseguir um ponto. O time fez bom primeiro tempo, mas faltaram forças física e mental para impedir que as alterações de Cuca surtissem efeito. O Botafogo joga no limite de suas forças, e este padrão parece ter caído diante de tantas mazelas.

Vasco 1 x 1 Athletico/PR

A torcida que lotou São Januário aplaudiu o time ao fim da partida mais pela entrega do que pela qualidade do jogo. Sem um meia articulador, laterais que façam jogadas pelos lados e uma boa referência na área, Vanderlei tenta fazer com que o Vasco se imponha pela transpiração, ainda mais em partidas como mandante. Mas nem sempre o fato de jogar com três no ataque indica força ofensiva. E os buracos no meio quase custaram o ponto somado.

Goiás 3 x 0 Fluminense

Foi assustadora a postura inoperante do time de Oswaldo de Oliveira no ataque. O Fluminense foi pobre de ideias, e isso pode ser traduzido em números: 68,3% de posse de bola, 568 passes trocados e só nove finalizações. O time que trocava média de 450 passes e tinha entre 20 e 30 finalizações hoje joga por um erro do rival. Nem sempre isso ocorre.
 

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