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Minhas impressões
Gilmar Ferreira
Gilmar Ferreira

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Minhas impressões

O Flamengo chegou a 71 pontos, com 21 jogos de invencibilidade de Jorge Jesus — entre Brasileirão e Libertadores —, e uma certeza: a força ofensiva põe o time num ponto fora da curva. O líder do Brasileirão, com larga vantagem sobre o vice, mesmo submetido a maratonas, mesmo diante de oponentes tradicionais, não administra o resultado.

A postura é, definitivamente, de quem sabe a força que tem.

Flamengo 4 x 1 Corinthians
Resultado fácil e inapelável, com shows de Bruno Henrique e Gerson e queda de Fábio Carille. Mas o placar não é o fato mais relevante.

O time de Jorge Jesus fez sua 13ª partida no espaço de 44 dias — uma a cada 81 horas, desde a vitória de 2 a 1 sobre o Cruzeiro em 21 de setembro.

E agora fará mais nove em 31 dias, entre o jogo do dia 7, contra o Botafogo, no Nilton Santos, e o do dia 8 de dezembro, contra o Santos, na Vila Belmiro, na última rodada do Brasileiro.
Terão sido, então, até lá, 22 jogos nos últimos 78 dias — praticamente, três meses com três jogos por semana.

Fluminense 0 x 0 Vasco
O Fluminense teve, segundo o site Footstats, 66% de posse de bola, com 17 finalizações – entre elas uma bola no travessão e duas defesas difíceis de Fernando Miguel.

O Vasco, sem um bom articulador, teve, na maior parte do tempo, de oito a dez jogadores atrás da linha da bola, comportamento típico de um time que assume o tamanho de sua mediocridade. E o que é essa mediocridade? É a falta de capacidade de construir jogo. De exercer o controle do duelo. Mas, é bom dizer, os medíocres também alcançam objetivos! Objetivos medíocres, é claro – mas alcançam.

E o Vasco está mais próximo de atingi-lo do que o Flu. Mesmo com o time de Marcão tendo mais posse de bola do que os seus oponentes em quatro dos últimos seis jogos, com média de 53,4% por jogo, e 14 finalizações.

O conjunto de Vanderlei foi superado em cinco das seis, com média de 49,96% de posse de bola e 14 finalizações. O Vasco tem usado menos a bola, mas é o Flu quem tem vencido menos. Vai entender.

Santos 4 x 1 Botafogo
Alberto Valentim fez o certo: rejuvenesceu o time, deixou fora os improdutivos Cícero e Diego Souza, e escalou um Botafogo mais jovem, com quatro homens no meio e dois no ataque. Teve um mau início, mas ao tentar igualar um placar que lhe era desfavorável, tomou mais dois gols. A derrota era previsível e os resultados dos adversários da parte de baixo da tabela eram favoráveis.

O técnico do Botafogo foi corajoso e pode até ter achado um caminho. Vejamos.

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