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"Minha vida em Marte": 1 milhão de espectadores em uma semana
Claquete

"Minha vida em Marte": 1 milhão de espectadores em uma semana

 (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)

Menos de uma semana bastou para o filme “Minha Vida em Marte”, estrelado por Mônica Martelli e Paulo Gustavo, chegar a 1 milhão de espectadores nos cinemas nacionais. O motivo: um humor que agrada aos brasileiros, típico da televisão, mesmo que o filme peque em outros aspectos importantes.

 (Foto: Divulgação)
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O primeiro longa-metragem da franquia “Os Homens São de Marte... E É Pra Lá Que Eu Vou”, baseado na peça de teatro, chegou aos cinemas em 2014 e também foi muito bem. Porém, demorou duas semanas a mais para alcançar a mesma bilheteria que a sequência. Desta vez, a história acompanha a vida de Fernanda (Martelli) já casada, mãe de uma menina, enfrentando crise conjugal e envolta com as inseguranças de ter chegado aos 40 anos. Nada ousado demais ou que fosse fora do comum para uma continuação.

Falando nisso, o que falta mesmo é ousadia. O roteiro acaba apostando no que o cinema nacional sabe que dá certo. Em muito se parece com sucessos já consagrados, como “De pernas para o ar”, com cenas em sexy shop e no exterior. Se no primeiro longa-metragem, a história se desenrola graças ao fato daqueles personagens serem “novos” ao espectador; no segundo, se aposta em viagens internacionais para trazer um plano de fundo diferente ao enredo, já que se repete muita do que deu certo na primeira vez.

 (Foto: Divulgação)
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Não há muito o que refletir e analisar, a história é rasa, mas foi feita para fazer rir e cumpre esta função. A própria parceria entre Martelli e Paulo Gustavo te leva a isto. É nítida a boa interação entre os dois atores, que são amigos na vida real e têm inquestionável química para o humor. Um serve como escada para o outro em diversas cenas e, realmente, parece que estamos acompanhando dois colegas íntimos de férias em Nova York.

Algumas piadas não funcionam tão bem, como toda a parte do aniversário da filha de Fernanda. Mas outras, sim, a exemplo da sequência do funeral. Mesmo se mantendo entre os grandes nomes do cinema nacional depois de “Minha Mãe é uma peça” (2013), Paulo Gustavo não chega a roubar totalmente a cena desta vez, porque Mônica Martelli é uma boa atriz e é a protagonista. Mas é ele quem detém o carisma que tem levado muita gente ao cinema. Tanto que também aparece no cartaz do filme.

Se terá uma sequência? Se depender dos números, provavelmente, e isto já é sinônimo de sucesso para o mercado cinematográfico. Mas se depender da história, uma sequência parece ser mais complicado. 


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