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Método para tratar disfunção erétil
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Especial Saúde

Método para tratar disfunção erétil


Casal em momento de intimidade: problemas sexuais podem atrapalhar a relação e a qualidade de vida. (Foto: Boston Medical Group)
Casal em momento de intimidade: problemas sexuais podem atrapalhar a relação e a qualidade de vida. (Foto: Boston Medical Group)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a saúde sexual como um dos parâmetros para avaliar a qualidade de vida de um indivíduo. No entanto, o tema parece difícil de ser encarado por muitos homens que, mesmo apresentando dificuldade de ereção ou de penetração durante o sexo, ainda evitam falar sobre o assunto ou procurar ajuda médica.

Segundo o maior estudo da área realizado até o momento, o Massachusetts Male Aging Study (MMAS), 52% dos homens com 40 anos ou mais já viveram algum episódio de disfunção erétil.

O envelhecimento natural aumenta essa incidência, mas homens cada vez mais jovens também têm sofrido com o problema.

As causas são as mais diversas: diabetes, obesidade, tabagismo e hipertensão estão entre as doenças que prejudicam o fluxo sanguíneo necessário para uma ereção.

Além disso, de acordo com o Dr. David de Paula Luiz, do Boston Medical Group, componentes emocionais, como ansiedade e insegurança, liberam adrenalina no momento errado e contribuem para a sua ocorrência.

“O Boston Medical Group tem mais de 20 anos de experiência e é a maior rede internacional de clínicas voltadas para a saúde sexual masculina, ultrapassando a casa de 1 milhão de homens atendidos no mundo, com altos índices de satisfação”, disse o clínico geral.

O método utilizado no Boston Medical é composto por tratamentos individualizados que cuidam da disfunção sexual do paciente de forma integral.

“Enquanto alguns medicamentos de resposta imediata garantem apenas a próxima relação sexual, a abordagem que usamos busca uma melhora progressiva no decorrer do tempo, proporcionando verdadeiro bem-estar, com mais qualidade de vida não só ao paciente, mas ao casal.”

O Boston Medical Group disponibiliza diversas opções de tratamentos. “Os médicos realizam avaliações clínicas e exames específicos para o melhor diagnóstico e indicam o tratamento mais apropriado para cada paciente, sempre com a máxima confidencialidade.”

O Boston Medical Group também está presente na Austrália, Estados Unidos, Espanha, Argentina, Colômbia, México e Peru. As clínicas tratam exclusivamente de problemas de disfunção erétil e ejaculação precoce. Nos últimos 20 anos, já foram atendidos mais de um milhão de homens.

Impotência afeta 45,1% dos homens brasileiros

A disfunção erétil ou impotência sexual é a incapacidade persistente de obter e manter uma ereção suficiente para uma função sexual satisfatória. As principais consequências da disfunção erétil são o impedimento do prazer na vida sexual e a diminuição da autoestima, fatores que acabam interferindo no relacionamento familiar, social ou profissional. Essa disfunção afeta 45,1% dos homens brasileiros.

Estudo  do “The Massachusetts Male Aging” (Foto: A Tribuna)
Estudo do “The Massachusetts Male Aging” (Foto: A Tribuna)
Apesar da disfunção erétil apresentar uma tendência mais comum em homens com mais de 40 anos, pode afetar homens de todas as idades, como afirma o Dr. David de Paula Luiz.

“As causas físicas estão relacionadas na maior parte dos casos a problemas vasculares ou má circulação do sangue nas veias e artérias. O pênis exige um fluxo de sangue saudável para ficar completamente ereto. Mesmo com o fluxo de sangue levemente prejudicado, problemas de ereção podem ocorrer”, explica.

A redução do fluxo sanguíneo pode ter entre as causas doenças como diabetes, hipertensão, obesidade e tabagismo.

Com a evolução da idade, a disfunção erétil também pode afetar indivíduos saudáveis, pois a artéria fica endurecida, apresentando espessamento, e perde alguma elasticidade tornando cada vez mais difícil a dilatação.

Jovens sofrem com ejaculação precoce

Convivência a dois: harmonia. (Foto: Boston Medical Group)
Convivência a dois: harmonia. (Foto: Boston Medical Group)
Estudos indicam que mais de 26% dos brasileiros apresentam ejaculação precoce. Em geral, ela é observada em jovens, mais ansiosos e inexperientes, ou em idosos, que podem também ter disfunção erétil.
Esse tipo de disfunção é frustrante, pois impossibilita um tempo maior para que se tenha uma relação sexual satisfatória tanto para o homem como para a parceira.

A principal causa da ejaculação precoce é a ansiedade.

“Embora parte dos indivíduos consiga controlá-la durante o ato sexual, a grande maioria dos ejaculadores precoces é ansiosa. O problema é que quanto mais repetidas forem essas ejaculações, mais ansiosos eles ficam, mais adrenalina produzem e mais rápido ejaculam”, explicou o Dr. David de Paula Luiz, clínico geral.

A ejaculação precoce é definida como a incapacidade do homem em retardar o orgasmo de modo satisfatório tanto para ele quanto para a parceira ou parceiro.

“Um em cada três homens sofre de algum tipo de ejaculação precoce ao longo de sua vida”, revela o médico.

O problema pode ser classificado como primário — que é o mais comum e ocorre desde o início da vida sexual — ou secundário, em casos de homens que tinham ejaculação normais — esse tipo costuma ocorrer a partir dos 50 anos.

Quando o problema aparece, os homens tendem a ficar tão preocupados com o desempenho que passam a encarar a relação sexual seguinte como uma avaliação do seu desempenho. “Tornam-se observadores do próprio desempenho sexual e isso resulta num novo fracasso. Surge, então, a preocupação. Este é o início de um círculo vicioso que o condiciona à ejaculação precoce”, alerta o médico.


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