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Mesmo com protestos, cidade chinesa realiza festival culinário de carne de cachorro

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Internacional

Mesmo com protestos, cidade chinesa realiza festival culinário de carne de cachorro


 

 

Mesmo sob protestos e críticas de ativistas dos direitos dos animais, a cidade chinesa de Yulin realiza seu festival anual de culinária  de carne de cachorro, nesta terça-feira, 21. Restaurantes da cidade do Sul da China vão servir os cachorros que foram abatidos e preparados.

Muitos animais foram comprados por ativistas de comerciantes para não serem abatidos. No entanto, moradores locais reclamaram que forasteiros estavam arruinando aquilo que veem como uma tradição local.

"Viemos a Yulin para dizer às pessoas que os cachorros são nossos amigos. Elas não deveriam matar cachorros de forma tão cruel, e muitos dos cachorros abatidos eram animais de estimação", disse Yang Yuhua, voluntário que veio da cidade de Chongqing, no centro da China.

A estimativa é que entre 10 milhões e 20 milhões de cachorros sejam mortos a cada ano na China, por sua carne. Mas, o evento na cidade chinesa se tornou foco das críticas. Os animais mortos podem ser animais de estimação roubados, como muitos acreditam, ou animais apanhados nas ruas. Os cães são presos em gaiolas e levados de caminhão à cidade,  e muitas vezes não recebem comida e água durante a viagem. O mesmo acontece com os gatos abatidos para o festival.

"O chamado festival de carne canina jamais foi oficialmente reconhecido pelo governo ou por quaisquer regulamentos ou leis", disse um funcionário do governo contatado na prefeitura.  "Realizamos reuniões a cada vez que esse chamado festival se aproxima, discutindo medidas a serem adotadas, como o uso da polícia, das autoridades sanitárias e das autoridades de negócios locais, para inspecionar e regulamentar aqueles que vendem cachorros", disse o funcionário.

A oposição ao festival em Yutin neste ano contou com a participação de atores e celebridades, como Matt Damon, Joaquin Phoenix e Rooney Mara, que apareceram em um comercial que pede o fim da tortura e do abate de cães na China, Coreia do Sul e outros países asiáticos.

Após os esforços, Wendy Higgins, da Humane Society International, disse que ativistas locais haviam reportado menor número de cachorros abatidos e um consumo menor de carne de cachorro do que em festivais passados.


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