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Médicos orientam pacientes sobre recolhimento de remédios para hipertensão

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Saúde

Médicos orientam pacientes sobre recolhimento de remédios para hipertensão


 (Foto: Cassy Motta/AT)
(Foto: Cassy Motta/AT)

Após decisão da Anvisa de recolher 181 lotes de remédios para hipertensão, devido à presença de impurezas associadas a um potencial risco de câncer, a Reportagem do Tribuna Online entrou em contato com o cardiologista Dr. Melchior Luiz Lima e com a doutora especializada em medicina de Família e Comunidade Juliana Mariano. O médico apresentou dois motivos para se preocupar com a determinação da Agência.

Em primeiro lugar, de acordo com o Dr. Melchior, essa situação pode gerar uma desconfiança da população, em relação à Indústria Farmacêutica. Ele ainda afirma que ainda existe a possibilidade de que os usuários, por medo, cortem, de uma vez, o uso do medicamento.

"Esses medicamentos não devem ser cortados repentinamente, porque, dependendo do histórico do paciente, pode haver um descontrole na hipertensão, podendo causar até um Acidente Vascular Cerebral (AVC)", explicou o doutor.

 (Foto: Divulgação)
(Foto: Divulgação)
Uma outra possibilidade foi considerada pela doutora Juliana. "O risco de a sua medicação ser desse lote é pequena e você precisa de, pelo menos, cinco anos de exposição contínua para haver um aumento de risco de desenvolver câncer, então é quase impossível. O risco de ter um pico hipertensivo por suspender a medicação é muito maior, além de poder apresentar uma complicação referente à hipertensão arterial", afirmou.

Segundo a médica, o jeito é comparar o lote que o paciente está usando e se não estiver contemplado, não deve haver preocupação.

Outra dica é "observar na hora de comprar o medicamento e não adquirir esses lotes em específico". A doutora também acrescentou que "não é só o cardiologista que pode trocar medicação. Os pacientes acompanhados pelo Programa de Saúde da Família, por exemplo, podem procurar o médico de sua unidade".

Mas, de acordo com ela, é quase improvável que a medicação seja trocada. "Muito provavelmente a orientação vai ser comprar a mesma medicação, só que de outro lote que não esteja incluso na lista da Anvisa", finalizou.
 


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