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Medicina nuclear para detectar doenças graves
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Especial Saúde

Medicina nuclear para detectar doenças graves


É da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado é o PET-CT, equipamento que possibilita ao mesmo tempo indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio da tomografia computadorizada.

Tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, como por exemplo a glicose, que emite uma fraca radiação.

Tercia de Freitas e Romero Tonini são especialistas em medicina nuclear e atuam na Mednuclear (Foto: Thiago Coutinho)
Tercia de Freitas e Romero Tonini são especialistas em medicina nuclear e atuam na Mednuclear (Foto: Thiago Coutinho)
“Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear também é possível fazer imagens específicas de vários órgãos, como o cérebro e o coração, permitindo avaliar as doenças de maneira precoce e possibilitando um tratamento mais adequado.”, explica o especialista em medicina nuclear Romero Tonini.

Exames como esse são tendência no mundo inteiro. É que, cada vez mais, a imagem molecular vai apresentar detalhes, mostrando não só a estrutura de um órgão, como também a sua função. Além de diagnosticar uma doença, pode também atuar no seu tratamento através do uso da radiação.

Terapia moderna e menos invasiva

Estudo mostra déficits no cérebro de  paciente com patologia neurodegenerativa (Foto: Estudo cerebral)
Estudo mostra déficits no cérebro de paciente com patologia neurodegenerativa (Foto: Estudo cerebral)
A equipe médica da clínica Mednuclear realiza diagnóstico e terapia de alta precisão e qualidade utilizando equipamentos de última geração e métodos modernos. “Os exames utilizam métodos seguros, praticamente indolores e não invasivos, para fornecer informações funcionais que outros exames diagnósticos não conseguem”, explica o especialista em medicina nuclear, Romero Tonini.

A médica Tercia Desideri de Freitas salienta que normalmente os materiais radioativos são administrados in vivo, por via venosa, oral, inalatória ou subcutânea, e apresentam distribuição para órgãos ou tipos celulares específicos, com pouco risco de efeitos colaterais.

A Mednuclear conta com um moderno aparelho de PET/CT, ou seja, a tomografia por emissão de pósitrons associada à tomografia computadorizada. Desse método resultam duas informações: uma anatômica  e outra funcional.

Esse exame é sempre laudado por dois especialistas: o médico nuclear e o radiologista.
“As imagens passam pela avaliação do médico responsável para analisar se há ou não a necessidade de imagens extras. Em seguida, o paciente é dispensado, podendo assumir suas tarefas diárias, sem restrições.

EXAME de corpo inteiro: imagem metabólica, anatômica e a fusão das duas (Foto: PET-CT ONCOLÓGICO)
EXAME de corpo inteiro: imagem metabólica, anatômica e a fusão das duas (Foto: PET-CT ONCOLÓGICO)
O PET/CT traz grandes evoluções de instrumentação dos equipamentos e resolução de imagens, mas são os radiofármacos os principais responsáveis pelo desenvolvimento no presente e futuro da modalidade”, destaca Tonini.

Ele esclareceu que o PET/CT apresenta boa capacidade para identificar mudanças muito precoces associadas ao Alzheimer e outras demências neurodegenerativas, doenças que estão apresentando melhorias em opções terapêuticas.

“O diagnóstico diferencial clínico e identificação das demências é especialmente desafiador nos estágios iniciais, mas com os avanços dos potenciais tratamentos preventivos e modificadores da doença aparecendo, a detecção precoce e o diagnóstico vão desempenhar um papel crescente na gestão da doença demencial”, ressalta.

Diagnóstico precoce é essencial para tratamento

Cristiano de Barros: eficácia (Foto: Thiago Coutinho/AT)
Cristiano de Barros: eficácia (Foto: Thiago Coutinho/AT)
A grande vantagem da tomografia por emissão de pósitrons associada à tomografia computadorizada (PET-CT) é a capacidade de medir o metabolismo das lesões, demonstrando a presença de alterações antes que a anatomia seja afetada e detectada pela tomografia computadorizada ou pela ressonância magnética, permitindo assim o diagnóstico precoce de doenças neoplásicas, o que é essencial para um tratamento mais eficaz e curativo.

“É na oncologia onde ocorre o impacto mais visível desse exame, pois permite a detecção precoce da doença, demonstrando de maneira eficaz a presença ou não de câncer. Isso permite fazer o estadiamento tumoral correto e evita procedimentos invasivos desnecessários. Por ser um exame que avalia o corpo inteiro, a procura de metástases é mais eficiente”, ressalta o doutor em Radiologia e Diagnóstico por Imagem Cristiano Ventorim de Barros.

Além disso, é importante destacar o monitoramento da terapia, já que esse exame consegue medir o metabolismo dos tumores e, portanto, é possível avaliar se o tratamento está sendo eficaz através de um exame comparativo – o que permite a mudança precoce na modalidade de tratamento evitando os efeitos colaterais. 

A avaliação de recorrência/recidiva é outro destaque: o PET-CT é o procedimento de imagem mais acurado na diferenciação entre recorrência e alterações pós-terapia (lesões cicatriciais).

A Agência Nacional de Saúde (ANS) já regulou o PET/CT nos convênios de saúde para as seguintes aplicações: câncer de pulmão de não pequenas células, linfoma de Hodgkin, linfoma Não-Hodgkin, câncer colo-retal, avaliação de nódulo pulmonar solitário, câncer de mama, câncer de cabeça e pescoço, melanoma e câncer de esôfago. 

Porém, o PET/CT pode ser usado para outros diversos tipos de tumores, destacando também os tumores prostáticos e neuroendócrinos, sendo o médico assistente do paciente a pessoa mais capacitada para saber o momento correto de solicitar o exame.


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